Robert Kiyosaki, o autor de Pai Rico, Pai Pobre, está a soar o alarme sobre uma iminente crise económica. Em vez de ficar passivamente com dinheiro em mãos, o educador financeiro está a posicionar-se ativamente em ativos que muitos considerariam não convencionais. A sua razão? O sistema monetário atual é insustentável, e quando a correção acontecer, ativos tangíveis irão superar as holdings tradicionais.
O Caso Contra Manter Dinheiro em um Sistema Quebrado
A tese de investimento de Kiyosaki centra-se numa crítica fundamental à política monetária moderna. Ele argumenta que os bancos centrais, particularmente o Federal Reserve e o Tesouro dos EUA, operam fora das regras do dinheiro sólido ao imprimir continuamente moeda para servir dívidas. Como ele aponta, cidadãos comuns que praticassem tais ações enfrentariam consequências legais—mas as instituições têm imunidade.
Esta convicção moldou a sua estratégia de alocação de ativos desde 1971, quando os EUA abandonaram o padrão ouro. Kiyosaki vê a deterioração da moeda fiduciária como inevitável, tornando os ativos reais componentes essenciais de uma carteira durante instabilidade económica.
Ouro: A Jogada Defensiva Suprema
Kiyosaki sustenta que o ouro continua a ser a pedra angular do investimento resistente a crises. Atualmente, possui interesses em duas operações de mineração de ouro, tendo declarado publicamente que a sua meta de acumulação é de $27.000 por onça—um valor derivado de análises do estratega financeiro Jim Rickards.
Esta tese baseia-se na Lei de Gresham: quando uma moeda desvalorizada inunda os sistemas financeiros, os detentores de dinheiro real retiram-no de circulação. O ouro, no quadro de Kiyosaki, representa o meio histórico que sempre surge durante o caos monetário.
Prata: O Metal Industrial Ignorado
Para além do ouro, Kiyosaki está a adquirir prata, com uma meta de preço de $100 por onça até 2026. A sua confiança vem da economia de oferta—ele opera ativos de mineração de prata e reconhece que a produção de prata nova permanece limitada em relação à procura industrial e ao apetite de investimento.
Bitcoin e Ethereum: Abraçando Ativos Digitais
Kiyosaki não abandonou as classes de ativos emergentes. A sua meta de preço para o Bitcoin é de $250.000, refletindo confiança no papel da criptomoeda como reserva de valor digital. Entretanto, o Ethereum—que ele caracteriza como a camada de infraestrutura que permite stablecoins e redes descentralizadas—tem uma meta de $60.000, alinhada com os princípios do efeito de rede que ele chama de “Lei de Metcalf.”
Estas metas podem parecer agressivas face aos níveis atuais, onde o Bitcoin negocia perto de $87.980 e o Ethereum está por volta de $2.980, mas Kiyosaki enquadra as quedas como oportunidades de acumulação, não como avisos.
A Mensagem Mais Ampla: Poupadores vs. Acumuladores
Ao longo de seus comentários recentes, Kiyosaki reforça um tema único: poupadores passivos perdem poder de compra em regimes inflacionários. Investidores ativos que convertem moeda depreciada em ativos tangíveis—sejam metais preciosos, imóveis ou criptomoedas—protegem e expandem a riqueza.
Ele reconhece que a volatilidade à frente (“riquezas enormes” não virá sem crashes), mas mantém que a disfunção monetária atual garante uma migração de valor eventual para ativos sólidos. A sua posição de carteira reflete esta convicção, com capital alocado em todas as principais classes de ativos de proteção contra crises simultaneamente.
Esta abordagem contrasta fortemente com o conselho financeiro convencional que favorece a diversificação em ações e obrigações tradicionais—veículos que Kiyosaki vê como vulneráveis à própria instabilidade que prevê.
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Por que Kiyosaki Está Acumulando Estes Ativos Enquanto o Mercado Está no Pico
Robert Kiyosaki, o autor de Pai Rico, Pai Pobre, está a soar o alarme sobre uma iminente crise económica. Em vez de ficar passivamente com dinheiro em mãos, o educador financeiro está a posicionar-se ativamente em ativos que muitos considerariam não convencionais. A sua razão? O sistema monetário atual é insustentável, e quando a correção acontecer, ativos tangíveis irão superar as holdings tradicionais.
O Caso Contra Manter Dinheiro em um Sistema Quebrado
A tese de investimento de Kiyosaki centra-se numa crítica fundamental à política monetária moderna. Ele argumenta que os bancos centrais, particularmente o Federal Reserve e o Tesouro dos EUA, operam fora das regras do dinheiro sólido ao imprimir continuamente moeda para servir dívidas. Como ele aponta, cidadãos comuns que praticassem tais ações enfrentariam consequências legais—mas as instituições têm imunidade.
Esta convicção moldou a sua estratégia de alocação de ativos desde 1971, quando os EUA abandonaram o padrão ouro. Kiyosaki vê a deterioração da moeda fiduciária como inevitável, tornando os ativos reais componentes essenciais de uma carteira durante instabilidade económica.
Ouro: A Jogada Defensiva Suprema
Kiyosaki sustenta que o ouro continua a ser a pedra angular do investimento resistente a crises. Atualmente, possui interesses em duas operações de mineração de ouro, tendo declarado publicamente que a sua meta de acumulação é de $27.000 por onça—um valor derivado de análises do estratega financeiro Jim Rickards.
Esta tese baseia-se na Lei de Gresham: quando uma moeda desvalorizada inunda os sistemas financeiros, os detentores de dinheiro real retiram-no de circulação. O ouro, no quadro de Kiyosaki, representa o meio histórico que sempre surge durante o caos monetário.
Prata: O Metal Industrial Ignorado
Para além do ouro, Kiyosaki está a adquirir prata, com uma meta de preço de $100 por onça até 2026. A sua confiança vem da economia de oferta—ele opera ativos de mineração de prata e reconhece que a produção de prata nova permanece limitada em relação à procura industrial e ao apetite de investimento.
Bitcoin e Ethereum: Abraçando Ativos Digitais
Kiyosaki não abandonou as classes de ativos emergentes. A sua meta de preço para o Bitcoin é de $250.000, refletindo confiança no papel da criptomoeda como reserva de valor digital. Entretanto, o Ethereum—que ele caracteriza como a camada de infraestrutura que permite stablecoins e redes descentralizadas—tem uma meta de $60.000, alinhada com os princípios do efeito de rede que ele chama de “Lei de Metcalf.”
Estas metas podem parecer agressivas face aos níveis atuais, onde o Bitcoin negocia perto de $87.980 e o Ethereum está por volta de $2.980, mas Kiyosaki enquadra as quedas como oportunidades de acumulação, não como avisos.
A Mensagem Mais Ampla: Poupadores vs. Acumuladores
Ao longo de seus comentários recentes, Kiyosaki reforça um tema único: poupadores passivos perdem poder de compra em regimes inflacionários. Investidores ativos que convertem moeda depreciada em ativos tangíveis—sejam metais preciosos, imóveis ou criptomoedas—protegem e expandem a riqueza.
Ele reconhece que a volatilidade à frente (“riquezas enormes” não virá sem crashes), mas mantém que a disfunção monetária atual garante uma migração de valor eventual para ativos sólidos. A sua posição de carteira reflete esta convicção, com capital alocado em todas as principais classes de ativos de proteção contra crises simultaneamente.
Esta abordagem contrasta fortemente com o conselho financeiro convencional que favorece a diversificação em ações e obrigações tradicionais—veículos que Kiyosaki vê como vulneráveis à própria instabilidade que prevê.