O setor de armazenamento descentralizado está a passar por uma grande transformação — de uma fase de especulação baseada em conceitos exagerados para uma competição real de aplicações. Jogadores mais antigos como o Filecoin já se apoiaram na lógica de 'moedas de mineração' e tiveram momentos de grande sucesso, mas atualmente enfrentam dificuldades crescentes, enquanto a Walrus seguiu um caminho diferente, focando no mercado de 'dados quentes' e está a redefinir as regras do jogo.
Em comparação com os protocolos tradicionais de armazenamento, as vantagens da Walrus são bastante evidentes. Primeiro, escolheram o setor certo — enquanto o Filecoin insiste em manter o mercado de 'armazenamento de dados frios', que não é muito lucrativo, com baixa eficiência e pouca adoção, a Walrus aproveita cenários de alta frequência de acesso, como dados de treino de IA, NFTs dinâmicos e dados empresariais em tempo real, atendendo às necessidades através de processamento em lote e baixa latência. Em segundo lugar, possuem uma forte capacidade técnica: a codificação Red-Stuff consegue reduzir os custos de armazenamento em mais de 80%, além de permitir a reescrita e programação dos dados, sendo muito mais flexível do que a rígida abordagem de 'dados permanentemente imutáveis' do Arweave, o que é uma necessidade real para clientes empresariais. Além disso, a ecologia é autêntica — já estão operacionais 109 aplicações nativas, com 80TB de dados provenientes de aplicações reais, formando um ciclo virtuoso de 'aplicações impulsionando armazenamento → armazenamento sustentando a rede', ao contrário de alguns projetos que criam demandas falsas através de staking de mineradores.
Os dados falam por si: a Walrus já detém 90% da quota de armazenamento na ecologia Sui, enquanto os concorrentes não conseguem competir. Estima-se que o mercado global de armazenamento de dados quentes ultrapasse os 5000 bilhões de dólares até 2026, um mercado grande o suficiente. Em uma era que valoriza a praticidade, quem realmente resolve problemas é quem vence.
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O setor de armazenamento descentralizado está a passar por uma grande transformação — de uma fase de especulação baseada em conceitos exagerados para uma competição real de aplicações. Jogadores mais antigos como o Filecoin já se apoiaram na lógica de 'moedas de mineração' e tiveram momentos de grande sucesso, mas atualmente enfrentam dificuldades crescentes, enquanto a Walrus seguiu um caminho diferente, focando no mercado de 'dados quentes' e está a redefinir as regras do jogo.
Em comparação com os protocolos tradicionais de armazenamento, as vantagens da Walrus são bastante evidentes. Primeiro, escolheram o setor certo — enquanto o Filecoin insiste em manter o mercado de 'armazenamento de dados frios', que não é muito lucrativo, com baixa eficiência e pouca adoção, a Walrus aproveita cenários de alta frequência de acesso, como dados de treino de IA, NFTs dinâmicos e dados empresariais em tempo real, atendendo às necessidades através de processamento em lote e baixa latência. Em segundo lugar, possuem uma forte capacidade técnica: a codificação Red-Stuff consegue reduzir os custos de armazenamento em mais de 80%, além de permitir a reescrita e programação dos dados, sendo muito mais flexível do que a rígida abordagem de 'dados permanentemente imutáveis' do Arweave, o que é uma necessidade real para clientes empresariais. Além disso, a ecologia é autêntica — já estão operacionais 109 aplicações nativas, com 80TB de dados provenientes de aplicações reais, formando um ciclo virtuoso de 'aplicações impulsionando armazenamento → armazenamento sustentando a rede', ao contrário de alguns projetos que criam demandas falsas através de staking de mineradores.
Os dados falam por si: a Walrus já detém 90% da quota de armazenamento na ecologia Sui, enquanto os concorrentes não conseguem competir. Estima-se que o mercado global de armazenamento de dados quentes ultrapasse os 5000 bilhões de dólares até 2026, um mercado grande o suficiente. Em uma era que valoriza a praticidade, quem realmente resolve problemas é quem vence.