Quem trabalha com criatividade sempre enfrenta a mesma questão: como continuar?
Tem que aparecer todos os dias. Mesmo que a criatividade esteja seca, mesmo que os dedos não obedeçam, mesmo que o cérebro esteja em branco — ainda assim, é preciso sentar lá. Não esperar pela inspiração, mas usá-la através da repetição para despertá-la.
O talento é como uma semente, a disciplina é o solo. Sem disciplina, o talento fica apodrecendo na terra. Por outro lado, qualquer pessoa comum, se tiver força suficiente na execução, pode fazer algo crescer.
Um quadro após o outro, uma linha após a outra. Grandes realizações são assim acumuladas — não há atalhos, apenas o resultado do tempo que passa. Pequenos passos, se feitos por muito tempo, naturalmente se tornam um monumento.
A última dica é a mais dura: não se deixe enganar pelos aplausos, nem se deixe abater pelo desprezo. As avaliações vêm e vão, a única voz estável é a própria obra. Ouça-a, não o público. Essa é a última lucidez do criador.
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AirdropFreedom
· 01-14 10:56
Ficar parado sem fazer nada não traz resultados, isso eu sei bem
Todos os dias tenho que forçar-me a continuar, talento realmente não vale nada
A força de execução é o caminho, a procrastinação é a doença terminal da criatividade
Só quando ninguém está olhando é que realmente perseveramos, aí sim merecemos ser vistos
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SpeakWithHatOn
· 01-12 21:54
Quebrado, ficar sentado ali todos os dias é realmente o mais difícil... Os dedos começaram a não obedecer de novo
Disciplina é realmente a base, essa frase é demais, talento não adianta nada se não for levado a sério
De qualquer forma, é só uma questão de acumular tempo, não há truque, é só suportar
A parte do aplauso que tocou no coração, agora estou sendo destruído pelas avaliações...
Dizer que é fácil insistir é uma coisa, na prática é realmente uma tortura
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FadCatcher
· 01-12 21:53
Sentar-se aí a não fazer nada chama-se criatividade? Só conversa, é preciso mesmo fazer de verdade
Concordo, mas na prática é realmente muito difícil... todos os dias são um tormento
Talento não serve de nada, a disciplina é que manda. Eu acredito
Não ouça aquela parte do público que me tocou no coração, foi demasiado sincero
Tem que aparecer todos os dias... parece fácil, mas na realidade é uma loucura
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SandwichVictim
· 01-12 21:47
Falar bonito, mas na prática é só ficar aí sofrendo, a inspiração nunca foi confiável
Quebrado, especialmente aquela frase "ouvir a obra pelo som, não pelo ouvinte", é muito realista
O talento ruim no chão, essa foi ótima, eu sou esse tipo de inútil hahaha
Tem que aparecer todo dia... parece simples, mas fazer de verdade é uma droga, eu simplesmente não consigo manter esse ritmo
Execução > talento, não está errado, mas quem não sabe disso, né? O segredo é persistir, irmão
Disciplina é o solo, essa metáfora me fez rir, então o que eu sou agora, um deserto?
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TradFiRefugee
· 01-12 21:46
A disciplina realmente tocou no ponto, o talento não adianta, é preciso sentar e fazer repetidamente.
Produzir todos os dias, essa é a verdade.
Não há erro nisso, as obras falam por si, o aplauso dos fãs realmente não é confiável.
Só o que é construído com força de execução consegue sobreviver, isso eu entendi.
Dar passos pequenos por muito tempo acaba se tornando um monumento, é bem realista.
Como parar de ter o vício de ler comentários, é um pouco difícil.
Não há atalho, essa frase precisa estar gravada na cabeça, de verdade.
Quem trabalha com criatividade sempre enfrenta a mesma questão: como continuar?
Tem que aparecer todos os dias. Mesmo que a criatividade esteja seca, mesmo que os dedos não obedeçam, mesmo que o cérebro esteja em branco — ainda assim, é preciso sentar lá. Não esperar pela inspiração, mas usá-la através da repetição para despertá-la.
O talento é como uma semente, a disciplina é o solo. Sem disciplina, o talento fica apodrecendo na terra. Por outro lado, qualquer pessoa comum, se tiver força suficiente na execução, pode fazer algo crescer.
Um quadro após o outro, uma linha após a outra. Grandes realizações são assim acumuladas — não há atalhos, apenas o resultado do tempo que passa. Pequenos passos, se feitos por muito tempo, naturalmente se tornam um monumento.
A última dica é a mais dura: não se deixe enganar pelos aplausos, nem se deixe abater pelo desprezo. As avaliações vêm e vão, a única voz estável é a própria obra. Ouça-a, não o público. Essa é a última lucidez do criador.