As primeiras semanas de 2026 revelam padrões de investimento que favorecem os jogadores de momentum. No entanto, a oportunidade mais convincente pode estar nas empresas que combinam fundamentos sólidos com uma trajetória de crescimento significativa — exatamente onde se encontra a Nu Holdings. Esta previsão: 2026 será o ano em que os investidores finalmente reconhecerão o alcance completo da revolução bancária na América Latina, com a Nu no centro.
A gigante fintech brasileira entregou um retorno notável de 62% em 2025, mas a verdadeira história vai muito além do desempenho passado. O que torna 2026 potencialmente transformador é a convergência de três tendências poderosas: avaliação atrativa, potencial de crescimento explosivo e expansão de margem — tudo ancorado por uma oportunidade que abrange centenas de milhões de clientes desatendidos na região.
Avaliação Ainda Não Acompanhou a Oportunidade
Após ganhos tão dramáticos, investidores experientes naturalmente perguntam: a avaliação está excessiva? A resposta sugere o contrário. Em finais de janeiro de 2026, as ações da Nu negociam a um índice preço/lucro futuro de 23,4 — um múltiplo razoável quando contextualizado com o que vem a seguir.
Nos serviços financeiros tradicionais, essa avaliação representaria um prêmio. Mas a Nu opera em uma liga diferente. A avaliação da empresa não reflete nem o desconto de um banco tradicional nem o prêmio de uma fintech de alto voo. Ela está no ponto “Goldilocks”, onde investidores de crescimento têm exposição a uma expansão explosiva sem pagar múltiplos excessivos.
Crescimento que Desafia as Normas dos Serviços Financeiros
O setor de fintech raramente produz os tipos de crescimento que a Nu entrega. A indústria de serviços financeiros normalmente avança com velocidade glacial — pense em bancos tradicionais expandindo-se a taxas de um dígito percentual ao ano. A Nu é diferente.
No terceiro trimestre de 2025, a empresa gerou US$ 4,2 bilhões em receita, representando um crescimento de 42% ano a ano. Analistas projetam que essa desaceleração será modesta, com um aumento de 31% previsto para 2026. Para contextualizar, a maioria das empresas maduras de serviços financeiros comemoraria um crescimento anual de 5-7%.
A força motriz por trás dessa expansão conta uma história convincente sobre a oportunidade estrutural na América Latina. A Nu possui 110 milhões de clientes apenas no Brasil — mais de 60% da população adulta. Isso não é penetração de mercado; é captura quase total do mercado no país de origem da empresa.
Mas a previsão real para 2026 centra-se na expansão além do Brasil. A plataforma atende 13 milhões de clientes no México e 4 milhões na Colômbia. Esses números representam os primeiros passos em mercados onde a grande maioria da população ainda não tem acesso a produtos bancários básicos e serviços financeiros digitais. A Colômbia, em particular, representa uma oportunidade significativa — com uma população de 52 milhões e um grande segmento não bancarizado, o potencial de aquisição de usuários espelha o que a Nu demonstrou no Brasil.
Rentabilidade que Recompensa Investidores Pacientes
Talvez o aspecto mais convincente seja a transformação na economia da Nu. A empresa opera com um modelo enxuto, digital-first, que elimina os custos de infraestrutura de agências que pesam sobre os bancos tradicionais. Essa vantagem operacional se refletiu no resultado final.
A Nu reportou uma margem de lucro líquido de 18,8% no terceiro trimestre de 2025 — uma expansão impressionante em relação a apenas 0,6% no terceiro trimestre de 2022. Não se trata de uma melhoria incremental; é uma reestruturação fundamental do modelo de negócios. A empresa gera muito mais receita por cliente do que o custo de atendê-lo, enquanto as taxas de inadimplência permanecem dentro das expectativas.
A visão do CEO David Vélez de uma “plataforma de baixo custo e altamente eficiente” passou de aspiração para realidade. A trajetória da margem de lucro sugere que 2026 verá maior alavancagem operacional à medida que a base de clientes cresce sem aumentos proporcionais de custos.
A Revolução Bancária na América Latina Está Apenas Começando
A confluência desses fatores — avaliação razoável, crescimento projetado de 31% e margens em expansão — cria uma tese para 2026: este é o ano em que a comunidade de investidores internalizará completamente a oportunidade embutida na onda de inclusão financeira na América Latina.
A previsão da Nu na Colômbia representa mais do que uma simples expansão de mercado. Ela simboliza os estágios iniciais de atender mais de 600 milhões de pessoas na América Latina, a maioria das quais ainda está fora do sistema bancário tradicional. Com um modelo comprovado, unidades econômicas demonstradas e uma trajetória clara em múltiplos mercados, a Nu ocupa uma posição única.
O próximo ano provavelmente atrairá investidores exatamente por esse tipo de oportunidade: avaliação razoável, crescimento genuíno e rentabilidade em melhoria. Se 2026 provar ser o ano de ruptura dependerá em parte da execução, mas os ingredientes para um movimento significativo parecem estar presentes.
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Por que 2026 Pode Marcar o Ano de Grande Conquista da Nu Holdings na América Latina
As primeiras semanas de 2026 revelam padrões de investimento que favorecem os jogadores de momentum. No entanto, a oportunidade mais convincente pode estar nas empresas que combinam fundamentos sólidos com uma trajetória de crescimento significativa — exatamente onde se encontra a Nu Holdings. Esta previsão: 2026 será o ano em que os investidores finalmente reconhecerão o alcance completo da revolução bancária na América Latina, com a Nu no centro.
A gigante fintech brasileira entregou um retorno notável de 62% em 2025, mas a verdadeira história vai muito além do desempenho passado. O que torna 2026 potencialmente transformador é a convergência de três tendências poderosas: avaliação atrativa, potencial de crescimento explosivo e expansão de margem — tudo ancorado por uma oportunidade que abrange centenas de milhões de clientes desatendidos na região.
Avaliação Ainda Não Acompanhou a Oportunidade
Após ganhos tão dramáticos, investidores experientes naturalmente perguntam: a avaliação está excessiva? A resposta sugere o contrário. Em finais de janeiro de 2026, as ações da Nu negociam a um índice preço/lucro futuro de 23,4 — um múltiplo razoável quando contextualizado com o que vem a seguir.
Nos serviços financeiros tradicionais, essa avaliação representaria um prêmio. Mas a Nu opera em uma liga diferente. A avaliação da empresa não reflete nem o desconto de um banco tradicional nem o prêmio de uma fintech de alto voo. Ela está no ponto “Goldilocks”, onde investidores de crescimento têm exposição a uma expansão explosiva sem pagar múltiplos excessivos.
Crescimento que Desafia as Normas dos Serviços Financeiros
O setor de fintech raramente produz os tipos de crescimento que a Nu entrega. A indústria de serviços financeiros normalmente avança com velocidade glacial — pense em bancos tradicionais expandindo-se a taxas de um dígito percentual ao ano. A Nu é diferente.
No terceiro trimestre de 2025, a empresa gerou US$ 4,2 bilhões em receita, representando um crescimento de 42% ano a ano. Analistas projetam que essa desaceleração será modesta, com um aumento de 31% previsto para 2026. Para contextualizar, a maioria das empresas maduras de serviços financeiros comemoraria um crescimento anual de 5-7%.
A força motriz por trás dessa expansão conta uma história convincente sobre a oportunidade estrutural na América Latina. A Nu possui 110 milhões de clientes apenas no Brasil — mais de 60% da população adulta. Isso não é penetração de mercado; é captura quase total do mercado no país de origem da empresa.
Mas a previsão real para 2026 centra-se na expansão além do Brasil. A plataforma atende 13 milhões de clientes no México e 4 milhões na Colômbia. Esses números representam os primeiros passos em mercados onde a grande maioria da população ainda não tem acesso a produtos bancários básicos e serviços financeiros digitais. A Colômbia, em particular, representa uma oportunidade significativa — com uma população de 52 milhões e um grande segmento não bancarizado, o potencial de aquisição de usuários espelha o que a Nu demonstrou no Brasil.
Rentabilidade que Recompensa Investidores Pacientes
Talvez o aspecto mais convincente seja a transformação na economia da Nu. A empresa opera com um modelo enxuto, digital-first, que elimina os custos de infraestrutura de agências que pesam sobre os bancos tradicionais. Essa vantagem operacional se refletiu no resultado final.
A Nu reportou uma margem de lucro líquido de 18,8% no terceiro trimestre de 2025 — uma expansão impressionante em relação a apenas 0,6% no terceiro trimestre de 2022. Não se trata de uma melhoria incremental; é uma reestruturação fundamental do modelo de negócios. A empresa gera muito mais receita por cliente do que o custo de atendê-lo, enquanto as taxas de inadimplência permanecem dentro das expectativas.
A visão do CEO David Vélez de uma “plataforma de baixo custo e altamente eficiente” passou de aspiração para realidade. A trajetória da margem de lucro sugere que 2026 verá maior alavancagem operacional à medida que a base de clientes cresce sem aumentos proporcionais de custos.
A Revolução Bancária na América Latina Está Apenas Começando
A confluência desses fatores — avaliação razoável, crescimento projetado de 31% e margens em expansão — cria uma tese para 2026: este é o ano em que a comunidade de investidores internalizará completamente a oportunidade embutida na onda de inclusão financeira na América Latina.
A previsão da Nu na Colômbia representa mais do que uma simples expansão de mercado. Ela simboliza os estágios iniciais de atender mais de 600 milhões de pessoas na América Latina, a maioria das quais ainda está fora do sistema bancário tradicional. Com um modelo comprovado, unidades econômicas demonstradas e uma trajetória clara em múltiplos mercados, a Nu ocupa uma posição única.
O próximo ano provavelmente atrairá investidores exatamente por esse tipo de oportunidade: avaliação razoável, crescimento genuíno e rentabilidade em melhoria. Se 2026 provar ser o ano de ruptura dependerá em parte da execução, mas os ingredientes para um movimento significativo parecem estar presentes.