Os mercados asiáticos estão a preparar-se para sinais mistos, à medida que o índice de referência de Singapura continua a sua trajetória descendente. O Straits Times Index caiu em todas as sessões de negociação consecutivas, perdendo quase 40 pontos ou 0,8 por cento nesse período. Atualmente a oscilar pouco acima do nível de 4.890 pontos, o STI pode encontrar suporte técnico para estabilizar a queda, embora o momentum permaneça frágil.
A perspetiva geral do mercado sugere uma potencial recuperação com base em dados económicos sólidos de grandes economias, embora a fraqueza persistente no setor energético possa limitar os ganhos. Esta dinâmica espelha a força observada nas bolsas europeias e dos EUA, onde o sentimento dos investidores permaneceu construtivo apesar de incertezas persistentes.
O STI Continua a Cair, com os setores Financeiro e Industrial a Liderar a Queda
Nas últimas negociações, a bolsa de Singapura recuou 12,86 pontos ou 0,26 por cento, fechando em 4.892,27 após oscilar entre 4.861,82 e 4.927,43. As ações financeiras e industriais impulsionaram grande parte da queda do índice, enquanto o setor imobiliário apresentou desempenho misto, sem direção clara.
Entre as ações mais negociadas, o desempenho divergiu acentuadamente. A CapitaLand Integrated Commercial Trust caiu 0,84 por cento, enquanto a City Developments conseguiu uma subida modesta de 0,97 por cento. O gigante financeiro DBS Group desceu 0,54 por cento, contrastando com o avanço de 0,68 por cento da Genting Singapore. A Hongkong Land registou uma queda particularmente acentuada, de 2,47 por cento, enquanto a Keppel Ltd caiu 1,65 por cento. Os fundos de investimento imobiliário mostraram fraqueza significativa, com a Mapletree Logistics Trust a desabar 2,22 por cento e a Mapletree Industrial Trust e a Seatrium Limited a perderem 0,47 por cento cada.
As ações bancárias e de utilidades refletiram o humor cauteloso. O Oversea-Chinese Banking Corporation recuou 0,61 por cento, a SATS perdeu 1,58 por cento, e a Singapore Exchange caiu 0,40 por cento. No entanto, nem todas as ações sofreram pressão de venda—a SingTel subiu 1,09 por cento, a Singapore Airlines avançou 0,16 por cento, e o United Overseas Bank aumentou 0,34 por cento. Empresas industriais como a SembCorp Industries caíram 0,33 por cento, enquanto a Wilmar International subiu 0,29 por cento. Várias ações, incluindo a Thai Beverage, Keppel DC REIT e CapitaLand Investment, permaneceram inalteradas.
Mercados Globais Fornecem Impulso, com Dados dos EUA a Reforçar o Sentimento
Wall Street apresentou uma sessão robusta que deu suporte crucial aos índices asiáticos. O Dow Jones disparou 515,19 pontos ou 1,05 por cento, fechando em 49.407,66, enquanto o NASDAQ subiu 130,29 pontos ou 0,56 por cento, terminando em 23.592,11. O S&P 500 ganhou 37,41 pontos ou 0,54 por cento, fechando em 6.976,44.
A força refletiu uma resiliência surpreendente nos dados de manufatura dos EUA. O Institute for Supply Management reportou que a atividade manufatureira americana expandiu-se inesperadamente pela primeira vez em 12 meses em janeiro, sinalizando uma possível estabilização económica. Estes dados deram o impulso inicial para a recuperação generalizada do mercado.
Outro fator de impulso veio de desenvolvimentos geopolíticos, com o presidente Donald Trump a anunciar a conclusão de um acordo comercial com a Índia. Os mercados reagiram positivamente a este desenvolvimento, embora os traders permanecessem cautelosos em comprometer capital significativo antes do relatório de emprego do Departamento do Trabalho, que será divulgado na sexta-feira.
Mercados de Energia Fracassam com Esperanças de Desescalada
Um possível fator de pressão na bolsa de Singapura veio da fraqueza no setor energético nos mercados globais. Os preços do petróleo bruto caíram acentuadamente à medida que sinais de desescalada no conflito entre os EUA e o Irão aliviaram as preocupações sobre interrupções no fornecimento no Médio Oriente. O prémio de risco geopolítico que sustentava os mercados de petróleo dissipou-se.
O crude West Texas Intermediate para entrega em março caiu 3,28 dólares ou 5,03 por cento, fixando-se em 61,93 dólares por barril—uma queda significativa que pode pesar sobre economias dependentes de energia e ações relacionadas com petróleo na região. Esta fraqueza evidencia como a dinâmica das commodities globais continua a influenciar a bolsa de Singapura, com os setores de energia e relacionados a sofrerem a maior parte da venda.
A confluência de fatores—dados económicos sólidos dos EUA, otimismo comercial e redução das tensões geopolíticas—sugere que a queda de Singapura pode estabilizar-se a curto prazo, se o sentimento do mercado continuar a melhorar em toda a região Ásia-Pacífico.
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Mercado de Ações de Singapura Enfrenta Queda Generalizada, Com Olhos na Recuperação e Apoio
Os mercados asiáticos estão a preparar-se para sinais mistos, à medida que o índice de referência de Singapura continua a sua trajetória descendente. O Straits Times Index caiu em todas as sessões de negociação consecutivas, perdendo quase 40 pontos ou 0,8 por cento nesse período. Atualmente a oscilar pouco acima do nível de 4.890 pontos, o STI pode encontrar suporte técnico para estabilizar a queda, embora o momentum permaneça frágil.
A perspetiva geral do mercado sugere uma potencial recuperação com base em dados económicos sólidos de grandes economias, embora a fraqueza persistente no setor energético possa limitar os ganhos. Esta dinâmica espelha a força observada nas bolsas europeias e dos EUA, onde o sentimento dos investidores permaneceu construtivo apesar de incertezas persistentes.
O STI Continua a Cair, com os setores Financeiro e Industrial a Liderar a Queda
Nas últimas negociações, a bolsa de Singapura recuou 12,86 pontos ou 0,26 por cento, fechando em 4.892,27 após oscilar entre 4.861,82 e 4.927,43. As ações financeiras e industriais impulsionaram grande parte da queda do índice, enquanto o setor imobiliário apresentou desempenho misto, sem direção clara.
Entre as ações mais negociadas, o desempenho divergiu acentuadamente. A CapitaLand Integrated Commercial Trust caiu 0,84 por cento, enquanto a City Developments conseguiu uma subida modesta de 0,97 por cento. O gigante financeiro DBS Group desceu 0,54 por cento, contrastando com o avanço de 0,68 por cento da Genting Singapore. A Hongkong Land registou uma queda particularmente acentuada, de 2,47 por cento, enquanto a Keppel Ltd caiu 1,65 por cento. Os fundos de investimento imobiliário mostraram fraqueza significativa, com a Mapletree Logistics Trust a desabar 2,22 por cento e a Mapletree Industrial Trust e a Seatrium Limited a perderem 0,47 por cento cada.
As ações bancárias e de utilidades refletiram o humor cauteloso. O Oversea-Chinese Banking Corporation recuou 0,61 por cento, a SATS perdeu 1,58 por cento, e a Singapore Exchange caiu 0,40 por cento. No entanto, nem todas as ações sofreram pressão de venda—a SingTel subiu 1,09 por cento, a Singapore Airlines avançou 0,16 por cento, e o United Overseas Bank aumentou 0,34 por cento. Empresas industriais como a SembCorp Industries caíram 0,33 por cento, enquanto a Wilmar International subiu 0,29 por cento. Várias ações, incluindo a Thai Beverage, Keppel DC REIT e CapitaLand Investment, permaneceram inalteradas.
Mercados Globais Fornecem Impulso, com Dados dos EUA a Reforçar o Sentimento
Wall Street apresentou uma sessão robusta que deu suporte crucial aos índices asiáticos. O Dow Jones disparou 515,19 pontos ou 1,05 por cento, fechando em 49.407,66, enquanto o NASDAQ subiu 130,29 pontos ou 0,56 por cento, terminando em 23.592,11. O S&P 500 ganhou 37,41 pontos ou 0,54 por cento, fechando em 6.976,44.
A força refletiu uma resiliência surpreendente nos dados de manufatura dos EUA. O Institute for Supply Management reportou que a atividade manufatureira americana expandiu-se inesperadamente pela primeira vez em 12 meses em janeiro, sinalizando uma possível estabilização económica. Estes dados deram o impulso inicial para a recuperação generalizada do mercado.
Outro fator de impulso veio de desenvolvimentos geopolíticos, com o presidente Donald Trump a anunciar a conclusão de um acordo comercial com a Índia. Os mercados reagiram positivamente a este desenvolvimento, embora os traders permanecessem cautelosos em comprometer capital significativo antes do relatório de emprego do Departamento do Trabalho, que será divulgado na sexta-feira.
Mercados de Energia Fracassam com Esperanças de Desescalada
Um possível fator de pressão na bolsa de Singapura veio da fraqueza no setor energético nos mercados globais. Os preços do petróleo bruto caíram acentuadamente à medida que sinais de desescalada no conflito entre os EUA e o Irão aliviaram as preocupações sobre interrupções no fornecimento no Médio Oriente. O prémio de risco geopolítico que sustentava os mercados de petróleo dissipou-se.
O crude West Texas Intermediate para entrega em março caiu 3,28 dólares ou 5,03 por cento, fixando-se em 61,93 dólares por barril—uma queda significativa que pode pesar sobre economias dependentes de energia e ações relacionadas com petróleo na região. Esta fraqueza evidencia como a dinâmica das commodities globais continua a influenciar a bolsa de Singapura, com os setores de energia e relacionados a sofrerem a maior parte da venda.
A confluência de fatores—dados económicos sólidos dos EUA, otimismo comercial e redução das tensões geopolíticas—sugere que a queda de Singapura pode estabilizar-se a curto prazo, se o sentimento do mercado continuar a melhorar em toda a região Ásia-Pacífico.