Quando a Ética Colide com a Defesa: Anthropic vs. Governo dos EUA 1) Anthropic recusa exigências do Pentágono sobre salvaguardas éticas de IA A empresa de IA Anthropic (criadora do Claude) rejeitou um ultimato do Pentágono para remover salvaguardas éticas essenciais que proíbem o uso da sua IA para vigilância doméstica em massa ou para alimentar armas totalmente autónomas sem supervisão humana. O CEO Dario Amodei afirmou que a empresa “não pode, de boa consciência, aceder às suas exigências”, chamando a estas linhas vermelhas que não irá ultrapassar mesmo sob pressão. 2) Trump ordena às agências federais que parem de usar tecnologia Anthropic Em 27 de fevereiro de 2026, o Presidente Donald Trump instruiu todas as agências federais dos EUA a cessar imediatamente o uso dos produtos de IA da Anthropic. Há um período de transição de seis meses para departamentos como o Departamento de Defesa que atualmente dependem da tecnologia, mas a proibição de uso futuro entra em vigor imediatamente. 3) Departamento de Defesa intensifica a classificação da Anthropic como risco O Secretário de Defesa Pete Hegseth designou a Anthropic como um “risco na cadeia de abastecimento de segurança nacional”, proibindo contratantes e fornecedores de defesa de fazer negócios com a empresa. Esta é uma classificação severa frequentemente aplicada a empresas adversárias estrangeiras e pode perturbar os laços comerciais mais amplos da Anthropic com parceiros militares. 4) Reações mais amplas da indústria e trabalhadores de tecnologia A disputa levantou questões de especialistas sobre as implicações de colocar uma grande desenvolvedora de IA na lista negra e o que isso significa para a liderança dos EUA em IA. Uma coalizão de centenas de milhares de trabalhadores de tecnologia e vozes de toda a indústria expressaram preocupação com a pressão do governo sobre as empresas de IA e apoio às salvaguardas éticas.
Tensões Subjacentes Ética vs. utilidade militar: A postura ética da Anthropic prioriza limites sobre como seus modelos são utilizados, especialmente de formas que possam ameaçar liberdades civis ou remover o controle humano de decisões de vida ou morte. Exigências do governo: O Pentágono insistiu no uso legal irrestrito dos modelos da Anthropic, uma posição que afirma ser necessária para a defesa nacional, mesmo que esses usos permaneçam controversos. Repercussões legais e políticas: A Anthropic sinalizou que pode contestar na justiça a proibição federal e a designação na cadeia de abastecimento, enquadrando a disputa como algo não apenas técnico, mas constitucional e moral. Por que é importante Governança de IA vs. segurança nacional: Este conflito destaca um debate central na política de IA — como equilibrar salvaguardas éticas com imperativos estratégicos percebidos. Impacto no ecossistema de IA: Colocar uma grande laboratório de IA na lista negra pode reformular as dinâmicas competitivas entre desenvolvedores de IA e influenciar futuras políticas de aquisição governamental. Preocupações com liberdades civis: Decisões sobre o uso de IA em vigilância e sistemas autónomos têm implicações profundas para a privacidade, normas de envolvimento militar e supervisão democrática.
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Quando a Ética Colide com a Defesa: Anthropic vs. Governo dos EUA
1) Anthropic recusa exigências do Pentágono sobre salvaguardas éticas de IA
A empresa de IA Anthropic (criadora do Claude) rejeitou um ultimato do Pentágono para remover salvaguardas éticas essenciais que proíbem o uso da sua IA para vigilância doméstica em massa ou para alimentar armas totalmente autónomas sem supervisão humana. O CEO Dario Amodei afirmou que a empresa “não pode, de boa consciência, aceder às suas exigências”, chamando a estas linhas vermelhas que não irá ultrapassar mesmo sob pressão.
2) Trump ordena às agências federais que parem de usar tecnologia Anthropic
Em 27 de fevereiro de 2026, o Presidente Donald Trump instruiu todas as agências federais dos EUA a cessar imediatamente o uso dos produtos de IA da Anthropic. Há um período de transição de seis meses para departamentos como o Departamento de Defesa que atualmente dependem da tecnologia, mas a proibição de uso futuro entra em vigor imediatamente.
3) Departamento de Defesa intensifica a classificação da Anthropic como risco
O Secretário de Defesa Pete Hegseth designou a Anthropic como um “risco na cadeia de abastecimento de segurança nacional”, proibindo contratantes e fornecedores de defesa de fazer negócios com a empresa. Esta é uma classificação severa frequentemente aplicada a empresas adversárias estrangeiras e pode perturbar os laços comerciais mais amplos da Anthropic com parceiros militares.
4) Reações mais amplas da indústria e trabalhadores de tecnologia
A disputa levantou questões de especialistas sobre as implicações de colocar uma grande desenvolvedora de IA na lista negra e o que isso significa para a liderança dos EUA em IA. Uma coalizão de centenas de milhares de trabalhadores de tecnologia e vozes de toda a indústria expressaram preocupação com a pressão do governo sobre as empresas de IA e apoio às salvaguardas éticas.
Tensões Subjacentes
Ética vs. utilidade militar: A postura ética da Anthropic prioriza limites sobre como seus modelos são utilizados, especialmente de formas que possam ameaçar liberdades civis ou remover o controle humano de decisões de vida ou morte.
Exigências do governo: O Pentágono insistiu no uso legal irrestrito dos modelos da Anthropic, uma posição que afirma ser necessária para a defesa nacional, mesmo que esses usos permaneçam controversos.
Repercussões legais e políticas: A Anthropic sinalizou que pode contestar na justiça a proibição federal e a designação na cadeia de abastecimento, enquadrando a disputa como algo não apenas técnico, mas constitucional e moral.
Por que é importante
Governança de IA vs. segurança nacional: Este conflito destaca um debate central na política de IA — como equilibrar salvaguardas éticas com imperativos estratégicos percebidos.
Impacto no ecossistema de IA: Colocar uma grande laboratório de IA na lista negra pode reformular as dinâmicas competitivas entre desenvolvedores de IA e influenciar futuras políticas de aquisição governamental.
Preocupações com liberdades civis: Decisões sobre o uso de IA em vigilância e sistemas autónomos têm implicações profundas para a privacidade, normas de envolvimento militar e supervisão democrática.