A guerra é a adaga mais afiada cravada no coração da humanidade.
Com cada explosão, uma criança fica em silêncio; com cada destruição, uma mãe ajoelha-se; com cada fogo, o cheiro de um lar é perdido para sempre.
O meu coração rebelia-se contra estas cenas sombrias onde a inocência é esmagada na poeira e na fumaça, e a esperança é atravessada por balas.
A recente tensão entre Irão e América, com suas nuvens crescentes de ameaça, lembra-nos mais uma vez que a paz é tão frágil quanto um vidro delicado.
Sou contra guerras; porque cada novo conflito esfrega sal na ferida mais profunda da alma humana e mancha o nosso futuro com sangue.
Os mercados também tremem à sombra desta dor.
As bolsas de valores oscilam com o medo, os investidores agarram-se firmemente aos seus ativos e procuram refúgio.
O ouro brilha como um lamento silencioso; a prata aprecia-se como uma consolação fria.
À medida que o índice de medo aumenta, as pessoas sentem a respiração gelada da incerteza na nuca.
As criptomoedas, no entanto, são como as folhas mais frágeis nesta tempestade. Levadas pelos ventos da especulação, afastadas de corações que procuram segurança, perdem o seu valor.
A minha expectativa é que, à medida que as tensões se prolongam, a corrida para refúgios seguros aumente; mas uma mensagem de paz, uma única palavra suave, poderia ser poderosa o suficiente para dissipar toda esta escuridão.
Ó céu, ó terra, ó consciências…
Espero que as lágrimas de nenhuma criança voltem a cheirar a pólvora.
Espero que as mães se lembrem do cheiro dos seus filhos não com notícias de guerra, mas com o seu riso.
Que os fogos que começaram sejam extintos, as feridas curadas e as armas silenciadas.
Que a paz não seja apenas uma palavra; que seja uma oração, um anseio, um abraço de mãe, um sorriso de criança.
Que a tranquilidade seja a cama comum de toda a humanidade; que ninguém durma sozinho nessa cama.
E numa manhã, quando abrirmos os olhos, que as notícias contenham apenas amor, apenas renascimento, apenas vida.
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A guerra é a adaga mais afiada cravada no coração da humanidade.
Com cada explosão, uma criança fica em silêncio; com cada destruição, uma mãe ajoelha-se; com cada fogo, o cheiro de um lar é perdido para sempre.
O meu coração rebelia-se contra estas cenas sombrias onde a inocência é esmagada na poeira e na fumaça, e a esperança é atravessada por balas.
A recente tensão entre Irão e América, com suas nuvens crescentes de ameaça, lembra-nos mais uma vez que a paz é tão frágil quanto um vidro delicado.
Sou contra guerras; porque cada novo conflito esfrega sal na ferida mais profunda da alma humana e mancha o nosso futuro com sangue.
Os mercados também tremem à sombra desta dor.
As bolsas de valores oscilam com o medo, os investidores agarram-se firmemente aos seus ativos e procuram refúgio.
O ouro brilha como um lamento silencioso; a prata aprecia-se como uma consolação fria.
À medida que o índice de medo aumenta, as pessoas sentem a respiração gelada da incerteza na nuca.
As criptomoedas, no entanto, são como as folhas mais frágeis nesta tempestade. Levadas pelos ventos da especulação, afastadas de corações que procuram segurança, perdem o seu valor.
A minha expectativa é que, à medida que as tensões se prolongam, a corrida para refúgios seguros aumente; mas uma mensagem de paz, uma única palavra suave, poderia ser poderosa o suficiente para dissipar toda esta escuridão.
Ó céu, ó terra, ó consciências…
Espero que as lágrimas de nenhuma criança voltem a cheirar a pólvora.
Espero que as mães se lembrem do cheiro dos seus filhos não com notícias de guerra, mas com o seu riso.
Que os fogos que começaram sejam extintos, as feridas curadas e as armas silenciadas.
Que a paz não seja apenas uma palavra; que seja uma oração, um anseio, um abraço de mãe, um sorriso de criança.
Que a tranquilidade seja a cama comum de toda a humanidade; que ninguém durma sozinho nessa cama.
E numa manhã, quando abrirmos os olhos, que as notícias contenham apenas amor, apenas renascimento, apenas vida.