Quanto mais compreendemos as leis, mais somos "compassivos".
O risco dessa compaixão é que, quanto mais compassivos, mais "impiedosos", portanto mais vazios, mais apegados ao "vazio". Compreender tudo e depois criar, por isso tornar-se um jogador de xadrez, e não uma peça. Já percebi toda a absurdidade de tudo isso, mas escolhi participar na grande performance, assumir riscos, sentir alegria e dor, esta é a felicidade existencialista.
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Quanto mais compreendemos as leis, mais somos "compassivos".
O risco dessa compaixão é que, quanto mais compassivos, mais "impiedosos", portanto mais vazios, mais apegados ao "vazio".
Compreender tudo e depois criar, por isso tornar-se um jogador de xadrez, e não uma peça.
Já percebi toda a absurdidade de tudo isso, mas escolhi participar na grande performance, assumir riscos, sentir alegria e dor, esta é a felicidade existencialista.