agents é a porta de entrada, skills são os aplicativos


Portanto, há várias direções que precisam ser exploradas.
A primeira é a porta de entrada dos Agents. Os Agents devem ter uma versatilidade universal. No momento, o OpenClaw tem uma grande chance de dominar o mercado, mas é muito provável que algumas grandes empresas de internet façam personalizações baseadas nele, podendo ser compatíveis com o OpenClaw, mas com uma experiência de uso muito melhor.
A segunda é Skills, quanto melhor for a experiência de um aplicativo, mais pessoas irão utilizá-lo; o mesmo vale para Skills. Como embalar melhor o seu fluxo de trabalho dentro do Skills? Essa é uma questão que todo fornecedor de serviços deve refletir. Não basta apenas que funcione, é preciso também considerar a experiência do usuário, o que é uma questão de engenharia.
A terceira é criar uma Skills Store, uma loja de aplicativos de IA, onde a classificação e a comissão são muito importantes. Claro que isso pode ser substituído por um único Skills. Já vejo esse tipo de Skills atualmente. Isso é uma tradição que remonta à era dos portais da Web 1.0.
A quarta é fazer uma boa distribuição de informações. Na era da IA, realizar tarefas e gerar informações já não é um problema. Mas as pessoas são preguiçosas, e as informações precisam ser alimentadas na boca delas. Ao desenvolver Skills, é fundamental considerar os efeitos de publicidade e de viralização. Isso não difere essencialmente da era da internet.
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