O que é o Circuit Breaker? Com uma metáfora para compreensão completa
Ao falar de circuit breaker nas ações dos EUA, muitos investidores podem se sentir estranhos. Na verdade, esse conceito é bastante visual — é como quando a instalação elétrica de uma casa sobrecarrega e desliga automaticamente, o mercado de ações também possui um “dispositivo de proteção” semelhante.
O termo em inglês é “Circuit breaker”, e quando o mercado apresenta movimentos extremos, a bolsa interrompe as negociações de forma proativa, dando a todos os participantes uma oportunidade de acalmar-se. Imagine que você está assistindo a um filme de terror tenso, com o coração acelerado, e de repente alguém aperta o botão de pausa, permitindo que você respire por 15 minutos antes de continuar. A lógica do circuit breaker no mercado de ações é exatamente assim — em momentos de euforia ou pânico, a suspensão forçada evita que o sentimento domine completamente o racional.
Como o circuit breaker é acionado? Três níveis que se elevam progressivamente
O mecanismo de circuit breaker nos EUA é dividido em três níveis, cada um correspondendo a diferentes porcentagens de queda e medidas de intervenção.
1º nível de circuit breaker é acionado quando o índice S&P 500 cai 7%. Quando esse limite é atingido, a bolsa pausa todas as negociações por 15 minutos. Há uma regra especial: se a queda ocorrer após as 15h25, a pausa não acontece. Essa medida reserva uma última janela de negociação para o dia.
2º nível é acionado com uma queda de 13%. Novamente, há uma pausa de 15 minutos, com a mesma regra — após as 15h25, não há pausa.
3º nível é o mais severo: quando o índice S&P 500 despenca 20%, as negociações param imediatamente até o fechamento do mercado. Ou seja, todas as operações restantes do dia ficam suspensas.
Curiosamente, o 1º e o 2º nível só podem ser acionados uma vez por dia de negociação. Por exemplo, se o índice cair 7% e ativar o 1º nível, uma nova queda de 1% não acionará novamente, a menos que a queda total atinja 13%, momento em que o 2º nível será ativado. Essa estrutura de “progressão” evita que o mercado seja interrompido várias vezes de forma excessiva, causando confusão.
Por que estabelecer o circuit breaker? A história nos dá a resposta
O mecanismo surgiu após a crise de 1987. Em 19 de outubro daquele ano, conhecido como “Segunda-feira Negra”, o Dow Jones caiu 22,61% em um único dia, levando a uma crise global. Na época, não existia circuit breaker, e a queda livre do mercado destruiu ativos de inúmeros investidores.
Após esse desastre, reguladores perceberam a necessidade de criar um mecanismo para evitar que o pânico se espalhasse descontroladamente. A lógica era clara: em momentos de grande volatilidade, as decisões dos investidores são mais motivadas pelo medo do que por racionalidade. Uma pausa no mercado permite que todos respirem, evitando uma queda ainda maior.
O circuit breaker também ajuda a prevenir o fenômeno conhecido como “flash crash” (queda rápida e súbita). Em 6 de maio de 2010, por exemplo, um trader do Reino Unido, usando alta frequência, criou uma quantidade enorme de ordens de venda em um curto período, causando um desequilíbrio extremo e uma queda de 1000 pontos no Dow Jones em apenas 5 minutos. Com o mecanismo de circuit breaker, esse tipo de colapso instantâneo tem uma espécie de freio.
Casos reais de circuit breaker nos EUA: 1997 e 2020
Desde a implementação do mecanismo em 1987, as vezes em que ele foi acionado oficialmente não são muitas. Em 1997, durante a crise financeira asiática, o Dow caiu 7,18%, acionando o 1º nível, com uma pausa de 15 minutos.
Porém, o evento mais marcante recente foi a série de quatro circuit breakers em 2020.
No início daquele ano, a pandemia de COVID-19 se espalhou globalmente, gerando pânico. Os números de infectados aumentavam diariamente, e países adotaram isolamento social, paralisando a economia. Em março, o mercado de petróleo entrou em colapso — a Arábia Saudita e a Rússia não chegaram a um acordo, e a Arábia Saudita aumentou sua produção, levando a uma queda drástica nos preços internacionais. Essa combinação de fatores provocou uma reação em cadeia nas bolsas.
No dia 9 de março, o S&P 500 caiu 7%, acionando o 1º nível; no dia 12, novamente; no dia 16, mais uma vez; e no dia 18, a quarta. Em duas semanas, o mercado foi pausado quatro vezes. Nesse período, o Nasdaq caiu 26% desde o pico de fevereiro, o S&P 500 recuou 30%, e o Dow Jones caiu 31%.
Alguns cálculos indicam que Warren Buffett, ao longo de mais de 50 anos de investimentos, viu o circuito breaker ser acionado apenas cinco vezes. Mas muitos investidores comuns passaram por quatro dessas ocasiões em apenas um mês. Isso mostra o quão intensa foi essa crise em 2020.
Os efeitos duais do circuit breaker: salvar o mercado ou agravá-lo?
Na teoria, o circuit breaker é uma ferramenta de proteção — ajuda a aliviar o pânico, evita uma queda descontrolada e dá tempo para o governo e o banco central agirem. Durante a crise de 2020, cada pausa de 15 minutos deu aos investidores uma chance de refletir, além de abrir espaço para medidas de estímulo fiscal e monetário. O governo dos EUA lançou rapidamente pacotes de estímulo, e o Federal Reserve reduziu as taxas de juros, ações que se apoiaram na suspensão temporária do mercado.
Por outro lado, o mecanismo também pode, em certas circunstâncias, aumentar a volatilidade. Quando os investidores percebem que o mercado está próximo do limite de circuit breaker, podem sentir a urgência de vender antes que a pausa aconteça, acelerando a queda. Alguns podem ficar mais nervosos por não conseguirem vender durante a pausa, o que amplia o pânico. Assim, o circuito breaker é uma faca de dois gumes — seu objetivo é estabilizar, mas, na prática, depende muito do comportamento psicológico dos investidores e das ações do governo.
Circuit breaker de mercado total vs. circuit breaker de ações individuais: diferenças
É importante esclarecer um conceito que costuma gerar confusão. Existem dois tipos de circuit breaker nos EUA.
Um é o circuit breaker de mercado total, aquele que discutimos anteriormente, acionado pelo movimento do índice S&P 500.
O outro é o circuit breaker de ações individuais, também chamado de LULD (Limit Up-Limit Down). Essa medida atua em ações específicas: se uma ação apresenta uma variação de preço acima do limite de variação diária permitido, ela fica restrita por 15 segundos. Se após esse tempo a variação persistir, a negociação da ação é suspensa por 5 minutos. Essa ferramenta serve para evitar “flash crashes” em ações específicas.
O mercado de ações dos EUA continuará a ter circuit breaker? Como está o cenário atual
Normalmente, o circuit breaker é acionado em duas situações: quando ocorre um evento inesperado de grande impacto (um “cisne negro”) ou quando o mercado atinge um pico e sofre uma queda inesperada.
Atualmente, a economia americana ainda apresenta riscos — o Federal Reserve ainda não parou de subir juros, e há preocupações com uma possível recessão. Mas, por outro lado, o otimismo com a recuperação tecnológica, impulsionado por inteligência artificial e o avanço de empresas como a OpenAI com o ChatGPT, trouxe uma nova energia ao mercado. Até meados de abril, o Nasdaq subiu 16,15%, e o S&P 500, 8,2%. Isso indica que o mercado saiu do pessimismo do ano passado.
Do ponto de vista de políticas, o governo não ficará parado. Quando houve a crise bancária em março, o Departamento do Tesouro dos EUA agiu rapidamente para garantir os depósitos, e o Federal Reserve ajustou sua política de juros. Essa resposta rápida ajuda a reduzir a chance de o mercado entrar em colapso.
De modo geral, a probabilidade de o mercado acionista disparar um circuit breaker nos próximos meses é baixa, a menos que aconteça um evento inesperado de grande impacto.
O que fazer se o circuito breaker acontecer?
Se, por acaso, o mercado dos EUA for novamente interrompido por um circuit breaker, o mais importante é manter a calma. O princípio fundamental é proteger o capital e a liquidez.
Algumas estratégias recomendadas: manter uma reserva de dinheiro suficiente para evitar vendas por impulso a preços baixos; escolher com cautela os ativos de investimento, pois em momentos de turbulência as oportunidades podem ser menores; diversificar a carteira para reduzir riscos; continuar estudando e acumulando conhecimento para o futuro.
Em tempos de incerteza, sobreviver e manter a flexibilidade é mais importante do que tentar aproveitar ao máximo. Preservar o capital é garantir uma chance de recuperação futura.
Resumo
O mecanismo de circuit breaker no mercado de ações dos EUA funciona como um “dispositivo de proteção automática”. Quando o índice S&P 500 cai 7%, 13% ou 20% em um único dia, acionam-se, respectivamente, o nível 1, 2 ou 3 de interrupção. A criação dessa ferramenta visa evitar que o pânico descontrole o mercado, como aconteceu na crise de 1987 e na crise de 2020.
Embora o circuit breaker seja uma proteção, ele também pode, em certas circunstâncias, aumentar a volatilidade — refletindo a complexidade do mercado. Para lidar com o circuito breaker, o melhor é não entrar em pânico, mas também não subestimar os riscos, mantendo liquidez suficiente, investindo com cautela e aprendendo continuamente para enfrentar a incerteza.
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Entendimento completo do limite de queda nas ações dos EUA: desde o funcionamento do mecanismo até as estratégias de investimento
O que é o Circuit Breaker? Com uma metáfora para compreensão completa
Ao falar de circuit breaker nas ações dos EUA, muitos investidores podem se sentir estranhos. Na verdade, esse conceito é bastante visual — é como quando a instalação elétrica de uma casa sobrecarrega e desliga automaticamente, o mercado de ações também possui um “dispositivo de proteção” semelhante.
O termo em inglês é “Circuit breaker”, e quando o mercado apresenta movimentos extremos, a bolsa interrompe as negociações de forma proativa, dando a todos os participantes uma oportunidade de acalmar-se. Imagine que você está assistindo a um filme de terror tenso, com o coração acelerado, e de repente alguém aperta o botão de pausa, permitindo que você respire por 15 minutos antes de continuar. A lógica do circuit breaker no mercado de ações é exatamente assim — em momentos de euforia ou pânico, a suspensão forçada evita que o sentimento domine completamente o racional.
Como o circuit breaker é acionado? Três níveis que se elevam progressivamente
O mecanismo de circuit breaker nos EUA é dividido em três níveis, cada um correspondendo a diferentes porcentagens de queda e medidas de intervenção.
1º nível de circuit breaker é acionado quando o índice S&P 500 cai 7%. Quando esse limite é atingido, a bolsa pausa todas as negociações por 15 minutos. Há uma regra especial: se a queda ocorrer após as 15h25, a pausa não acontece. Essa medida reserva uma última janela de negociação para o dia.
2º nível é acionado com uma queda de 13%. Novamente, há uma pausa de 15 minutos, com a mesma regra — após as 15h25, não há pausa.
3º nível é o mais severo: quando o índice S&P 500 despenca 20%, as negociações param imediatamente até o fechamento do mercado. Ou seja, todas as operações restantes do dia ficam suspensas.
Curiosamente, o 1º e o 2º nível só podem ser acionados uma vez por dia de negociação. Por exemplo, se o índice cair 7% e ativar o 1º nível, uma nova queda de 1% não acionará novamente, a menos que a queda total atinja 13%, momento em que o 2º nível será ativado. Essa estrutura de “progressão” evita que o mercado seja interrompido várias vezes de forma excessiva, causando confusão.
Por que estabelecer o circuit breaker? A história nos dá a resposta
O mecanismo surgiu após a crise de 1987. Em 19 de outubro daquele ano, conhecido como “Segunda-feira Negra”, o Dow Jones caiu 22,61% em um único dia, levando a uma crise global. Na época, não existia circuit breaker, e a queda livre do mercado destruiu ativos de inúmeros investidores.
Após esse desastre, reguladores perceberam a necessidade de criar um mecanismo para evitar que o pânico se espalhasse descontroladamente. A lógica era clara: em momentos de grande volatilidade, as decisões dos investidores são mais motivadas pelo medo do que por racionalidade. Uma pausa no mercado permite que todos respirem, evitando uma queda ainda maior.
O circuit breaker também ajuda a prevenir o fenômeno conhecido como “flash crash” (queda rápida e súbita). Em 6 de maio de 2010, por exemplo, um trader do Reino Unido, usando alta frequência, criou uma quantidade enorme de ordens de venda em um curto período, causando um desequilíbrio extremo e uma queda de 1000 pontos no Dow Jones em apenas 5 minutos. Com o mecanismo de circuit breaker, esse tipo de colapso instantâneo tem uma espécie de freio.
Casos reais de circuit breaker nos EUA: 1997 e 2020
Desde a implementação do mecanismo em 1987, as vezes em que ele foi acionado oficialmente não são muitas. Em 1997, durante a crise financeira asiática, o Dow caiu 7,18%, acionando o 1º nível, com uma pausa de 15 minutos.
Porém, o evento mais marcante recente foi a série de quatro circuit breakers em 2020.
No início daquele ano, a pandemia de COVID-19 se espalhou globalmente, gerando pânico. Os números de infectados aumentavam diariamente, e países adotaram isolamento social, paralisando a economia. Em março, o mercado de petróleo entrou em colapso — a Arábia Saudita e a Rússia não chegaram a um acordo, e a Arábia Saudita aumentou sua produção, levando a uma queda drástica nos preços internacionais. Essa combinação de fatores provocou uma reação em cadeia nas bolsas.
No dia 9 de março, o S&P 500 caiu 7%, acionando o 1º nível; no dia 12, novamente; no dia 16, mais uma vez; e no dia 18, a quarta. Em duas semanas, o mercado foi pausado quatro vezes. Nesse período, o Nasdaq caiu 26% desde o pico de fevereiro, o S&P 500 recuou 30%, e o Dow Jones caiu 31%.
Alguns cálculos indicam que Warren Buffett, ao longo de mais de 50 anos de investimentos, viu o circuito breaker ser acionado apenas cinco vezes. Mas muitos investidores comuns passaram por quatro dessas ocasiões em apenas um mês. Isso mostra o quão intensa foi essa crise em 2020.
Os efeitos duais do circuit breaker: salvar o mercado ou agravá-lo?
Na teoria, o circuit breaker é uma ferramenta de proteção — ajuda a aliviar o pânico, evita uma queda descontrolada e dá tempo para o governo e o banco central agirem. Durante a crise de 2020, cada pausa de 15 minutos deu aos investidores uma chance de refletir, além de abrir espaço para medidas de estímulo fiscal e monetário. O governo dos EUA lançou rapidamente pacotes de estímulo, e o Federal Reserve reduziu as taxas de juros, ações que se apoiaram na suspensão temporária do mercado.
Por outro lado, o mecanismo também pode, em certas circunstâncias, aumentar a volatilidade. Quando os investidores percebem que o mercado está próximo do limite de circuit breaker, podem sentir a urgência de vender antes que a pausa aconteça, acelerando a queda. Alguns podem ficar mais nervosos por não conseguirem vender durante a pausa, o que amplia o pânico. Assim, o circuito breaker é uma faca de dois gumes — seu objetivo é estabilizar, mas, na prática, depende muito do comportamento psicológico dos investidores e das ações do governo.
Circuit breaker de mercado total vs. circuit breaker de ações individuais: diferenças
É importante esclarecer um conceito que costuma gerar confusão. Existem dois tipos de circuit breaker nos EUA.
Um é o circuit breaker de mercado total, aquele que discutimos anteriormente, acionado pelo movimento do índice S&P 500.
O outro é o circuit breaker de ações individuais, também chamado de LULD (Limit Up-Limit Down). Essa medida atua em ações específicas: se uma ação apresenta uma variação de preço acima do limite de variação diária permitido, ela fica restrita por 15 segundos. Se após esse tempo a variação persistir, a negociação da ação é suspensa por 5 minutos. Essa ferramenta serve para evitar “flash crashes” em ações específicas.
O mercado de ações dos EUA continuará a ter circuit breaker? Como está o cenário atual
Normalmente, o circuit breaker é acionado em duas situações: quando ocorre um evento inesperado de grande impacto (um “cisne negro”) ou quando o mercado atinge um pico e sofre uma queda inesperada.
Atualmente, a economia americana ainda apresenta riscos — o Federal Reserve ainda não parou de subir juros, e há preocupações com uma possível recessão. Mas, por outro lado, o otimismo com a recuperação tecnológica, impulsionado por inteligência artificial e o avanço de empresas como a OpenAI com o ChatGPT, trouxe uma nova energia ao mercado. Até meados de abril, o Nasdaq subiu 16,15%, e o S&P 500, 8,2%. Isso indica que o mercado saiu do pessimismo do ano passado.
Do ponto de vista de políticas, o governo não ficará parado. Quando houve a crise bancária em março, o Departamento do Tesouro dos EUA agiu rapidamente para garantir os depósitos, e o Federal Reserve ajustou sua política de juros. Essa resposta rápida ajuda a reduzir a chance de o mercado entrar em colapso.
De modo geral, a probabilidade de o mercado acionista disparar um circuit breaker nos próximos meses é baixa, a menos que aconteça um evento inesperado de grande impacto.
O que fazer se o circuito breaker acontecer?
Se, por acaso, o mercado dos EUA for novamente interrompido por um circuit breaker, o mais importante é manter a calma. O princípio fundamental é proteger o capital e a liquidez.
Algumas estratégias recomendadas: manter uma reserva de dinheiro suficiente para evitar vendas por impulso a preços baixos; escolher com cautela os ativos de investimento, pois em momentos de turbulência as oportunidades podem ser menores; diversificar a carteira para reduzir riscos; continuar estudando e acumulando conhecimento para o futuro.
Em tempos de incerteza, sobreviver e manter a flexibilidade é mais importante do que tentar aproveitar ao máximo. Preservar o capital é garantir uma chance de recuperação futura.
Resumo
O mecanismo de circuit breaker no mercado de ações dos EUA funciona como um “dispositivo de proteção automática”. Quando o índice S&P 500 cai 7%, 13% ou 20% em um único dia, acionam-se, respectivamente, o nível 1, 2 ou 3 de interrupção. A criação dessa ferramenta visa evitar que o pânico descontrole o mercado, como aconteceu na crise de 1987 e na crise de 2020.
Embora o circuit breaker seja uma proteção, ele também pode, em certas circunstâncias, aumentar a volatilidade — refletindo a complexidade do mercado. Para lidar com o circuito breaker, o melhor é não entrar em pânico, mas também não subestimar os riscos, mantendo liquidez suficiente, investindo com cautela e aprendendo continuamente para enfrentar a incerteza.