Imagine uma nação cuja receita de exportação de petróleo é liquidada em 80% por stablecoins — isto não é ficção científica, mas uma realidade em curso.
Uma empresa estatal de energia de um país, desde 2020, quase todas as transações de petróleo passaram a ser feitas em USDT. O dinheiro não passa pelo sistema bancário tradicional, mas entra diretamente na carteira designada ou é rapidamente convertido em outras stablecoins através de intermediários. As sanções econômicas dos EUA perdem força diante deste processo.
Uma cena mais realista é que, quando a moeda local se desvaloriza continuamente até virar papel de embrulho, as pessoas comuns também começam a depender de stablecoins para sobreviver. Em nível estatal, elas as usam para contornar sanções; em nível individual, para proteger seus ativos — de uma ferramenta estratégica a uma necessidade básica, as stablecoins realizam uma substituição silenciosa.
Curiosamente, embora a situação política recente tenha apresentado alguma volatilidade, o consenso entre analistas é claro: esse modelo de liquidação com stablecoins já se tornou parte do sistema, e não há como parar. Pelo contrário, pode até desencadear uma maior rastreabilidade das transações por parte de órgãos reguladores, tornando o fluxo de fundos completamente transparente.
Resumindo, isso já ultrapassou a simples questão de "contornar sanções". Quando as stablecoins se tornam uma ferramenta de liquidação de nível nacional, e endereços de carteiras assumem o papel de contas de petróleo, a blockchain está lentamente reescrevendo as regras da geopolítica financeira. As instituições que antes controlavam o sistema de liquidação global estão sendo lentamente desafiadas por essa nova arquitetura tecnológica.
O que você acha? Quanto tempo essa liquidação criptográfica de nível nacional pode durar? Os reguladores realmente vão agir contra as stablecoins?
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Imagine uma nação cuja receita de exportação de petróleo é liquidada em 80% por stablecoins — isto não é ficção científica, mas uma realidade em curso.
Uma empresa estatal de energia de um país, desde 2020, quase todas as transações de petróleo passaram a ser feitas em USDT. O dinheiro não passa pelo sistema bancário tradicional, mas entra diretamente na carteira designada ou é rapidamente convertido em outras stablecoins através de intermediários. As sanções econômicas dos EUA perdem força diante deste processo.
Uma cena mais realista é que, quando a moeda local se desvaloriza continuamente até virar papel de embrulho, as pessoas comuns também começam a depender de stablecoins para sobreviver. Em nível estatal, elas as usam para contornar sanções; em nível individual, para proteger seus ativos — de uma ferramenta estratégica a uma necessidade básica, as stablecoins realizam uma substituição silenciosa.
Curiosamente, embora a situação política recente tenha apresentado alguma volatilidade, o consenso entre analistas é claro: esse modelo de liquidação com stablecoins já se tornou parte do sistema, e não há como parar. Pelo contrário, pode até desencadear uma maior rastreabilidade das transações por parte de órgãos reguladores, tornando o fluxo de fundos completamente transparente.
Resumindo, isso já ultrapassou a simples questão de "contornar sanções". Quando as stablecoins se tornam uma ferramenta de liquidação de nível nacional, e endereços de carteiras assumem o papel de contas de petróleo, a blockchain está lentamente reescrevendo as regras da geopolítica financeira. As instituições que antes controlavam o sistema de liquidação global estão sendo lentamente desafiadas por essa nova arquitetura tecnológica.
O que você acha? Quanto tempo essa liquidação criptográfica de nível nacional pode durar? Os reguladores realmente vão agir contra as stablecoins?