Ter um novo cachorrinho é emocionante, mas traz responsabilidades sérias de saúde. Entre as decisões mais críticas que você tomará nos primeiros meses do seu filhote está o estabelecimento de um plano de vacinação sólido. Enquanto escolhe brinquedos e decide marcas de ração, não negligencie um dos marcos de saúde mais importantes: o calendário de imunizações. Vamos explicar o que todo novo dono de cão deve entender sobre proteger seu amigo peludo de doenças evitáveis.
Por que os filhotes precisam de múltiplas vacinações
Aqui está o ponto: os filhotes começam a vida com alguma proteção da mãe, mas essa imunidade não dura muito tempo. Segundo especialistas veterinários, os anticorpos maternos podem interferir nas vacinas, tornando-as menos eficazes inicialmente. Por isso, os filhotes precisam de uma série de doses, e não apenas uma — eles precisam de reforços para construir níveis suficientes de anticorpos. Cães jovens com menos de quatro meses estão especialmente vulneráveis, tornando a vacinação oportuna absolutamente fundamental.
As duas categorias de vacinas para filhotes
O campo veterinário divide as imunizações de filhotes em dois grupos: essenciais (core) e opcionais (noncore). As vacinas essenciais são recomendadas para todos os cães, enquanto as não essenciais são adaptadas aos fatores de risco, estilo de vida e localização geográfica.
Vacinas essenciais que todo filhote deve receber:
As vacinas básicas protegem contra quatro ameaças principais:
Cinomose (uma doença viral altamente contagiosa que afeta os sistemas respiratório, gastrointestinal e nervoso)
Adenovírus (causa hepatite infecciosa canina)
Parvovírus (um vírus intestinal resistente e potencialmente fatal)
Raiva (obrigatória por lei nos EUA; transmitida por saliva)
Frequentemente, as vacinas contra cinomose, adenovírus e parvovírus são combinadas em uma única injeção chamada DHPP (ou DHP se a parainfluenza for excluída). Essa abordagem simplifica o calendário de vacinação do seu filhote.
Vacinas não essenciais baseadas no risco:
Dependendo de onde você mora e das atividades do seu cão, seu veterinário pode recomendar:
Leptospirose (doença bacteriana de solo e água)
Doença de Lyme (transmitida por carrapatos em regiões de alto risco)
Bordetella/Tosse dos Canis (para cães em creches, parques ou alojamentos)
Influenza Canina (infecção respiratória cada vez mais comum)
Toxoid de cascavel (para cães em áreas de risco de picadas de cascavel)
Compreendendo cada vacina: o que elas protegem
Vacina contra Cinomose & DHPP
A cinomose se espalha por gotículas no ar de animais infectados ou por tigelas contaminadas de comida/água. Filhotes infectados desenvolvem febre, secreção nasal, tosse, vômito e—em casos graves—sintomas neurológicos como convulsões ou paralisia. Os filhotes com menos de quatro meses enfrentam o maior risco. A vacina contra cinomose começa aos seis semanas, repetindo a cada três a quatro semanas até completar 16 semanas de idade.
Adenovírus (Hepatite infecciosa canina)
Essa doença grave ataca o fígado, rins e vasos sanguíneos através de urina, fezes e secreções oculares/nasais contaminadas. Os sintomas incluem perda de apetite, febre, secreção respiratória e turvação ocular. Em filhotes jovens, pode ser fatal. Os filhotes recebem pelo menos três doses da vacina combinada entre 6-16 semanas (com intervalos de 2-4 semanas), seguidas de reforço dentro de um ano e depois a cada três anos.
Proteção contra Parvovírus
Parvo é altamente contagioso e se espalha por fezes contaminadas, ambientes e superfícies. O vírus sobrevive a calor, frio e umidade por longos períodos. Filhotes não vacinados com menos de quatro meses estão em maior risco. Os sinais incluem letargia, perda de apetite, dor abdominal, febre, vômito e diarreia com sangue severa. Cronograma de vacinação: 6-8 semanas, 10-12 semanas, 14-16 semanas, seguido de reforço ao completar um ano e a cada três anos posteriormente.
Vacina contra Raiva
A raiva, transmitida pela saliva, afeta o sistema nervoso central e mata milhares de humanos e milhões de animais anualmente. A vacina é obrigatória por lei nos EUA; o cronograma varia por estado. Os filhotes recebem uma série inicial de duas doses com um ano de intervalo, seguidas de reforços a cada três anos.
Leptospirose (não essencial)
Essa infecção bacteriana vive no solo e na água, afetando fígado e rins. Os cães contraem-na pelo contato com urina infectada, água contaminada ou feridas abertas. Os sintomas incluem febre, sensibilidade muscular, aumento da sede, vômito e letargia. Embora geralmente não seja considerada uma vacina essencial, a Califórnia agora recomenda como vacina obrigatória devido à prevalência da doença. Vacinação inicial aos 12 semanas, seguida de reforço 2-4 semanas depois, e reforços anuais para proteção contínua.
Doença de Lyme (não essencial)
A doença de Lyme transmitida por carrapatos é causada por bactérias transmitidas durante a fixação do carrapato (leva 1-2 dias). As regiões com maior prevalência são Nordeste, Nova Inglaterra e Costa Pacífica. Os sintomas incluem febre, perda de apetite, dor nas articulações, claudicação e letargia. Se não tratada, prejudica rins, sistema nervoso e coração. Veterinários geralmente recomendam essa vacina para cães em áreas de alto risco ou que passam muito tempo ao ar livre.
Bordetella/Tosse dos Canis (não essencial)
A tosse dos canis é uma doença respiratória altamente contagiosa que causa uma tosse característica, letargia, febre e dificuldade respiratória. Propaga-se em alojamentos, centros de estética e parques caninos. A vacina pode ser administrada por injeção, dose oral ou gotas nasais. A via nasal oferece imunidade local nas mucosas onde a infecção começa, proporcionando proteção mais rápida do que a injeção sozinha.
Influenza Canina (não essencial)
Semelhante à gripe humana, essa vírus respiratório se espalha por contato próximo, tosse, espirros e objetos contaminados. Os cães desenvolvem tosse, secreção nasal, espirros, febre e letargia. Embora a vacina possa não impedir totalmente a infecção, ela reduz a gravidade e a duração. Recomendada especialmente para cães sociais, em creches, pet shops ou que participam de eventos com vários cães.
Toxoid de cascavel (não essencial)
Essa vacina não essencial ajuda os cães a desenvolver anticorpos contra o veneno de cascavel. Contudo, não há dados de eficácia publicados. Administrada em duas doses com um mês de intervalo, com reforços anuais, pelo menos um mês antes de atividades na temporada de cascavel. Nota importante: a vacina retarda os efeitos do veneno, mas não elimina a necessidade de atendimento veterinário de emergência se o cão for mordido.
Cronograma de vacinação do seu filhote
Semanas 6-8: Primeira dose de DHPP (ou vacinas individuais)
Semanas 10-12: Segunda dose de DHPP; pode começar a vacina contra raiva
Semanas 14-16: Terceira dose de DHPP (última série inicial); vacina contra raiva concluída
Até 16 semanas: Todas as vacinas essenciais devem estar completas; vacinas não essenciais administradas conforme recomendação
Um ano após a última dose do filhote: Primeiro reforço de DHPP, adenovírus, parvovírus e parainfluenza
Ano 1-3 e além: Cronograma de reforço depende do tipo de vacina—a cada um a três anos para a maioria das vacinas essenciais; anualmente para leptospirose, doença de Lyme e bordetella
Requisitos de reforço: explicação
Nem todas as vacinas exigem reforços regulares, mas aquelas que precisam desempenham papel crucial. Filhotes com sistemas imunológicos ainda em desenvolvimento especialmente necessitam de proteção completa com reforços:
Cinomose/DHPP: reforço dentro de um ano, depois a cada três anos
Adenovírus: reforço dentro de um ano, depois a cada três anos
Parvovírus: reforço dentro de um ano, depois a cada três anos
Parainfluenza: reforço dentro de um ano, depois a cada três anos
Raiva: a cada 1-3 anos (dependendo do estado)
Leptospirose: reforço dentro de um ano, depois anualmente
Doença de Lyme: reforço dentro de um ano, depois anualmente
Bordetella: reforço anual
Influenza Canina: reforço dentro de um ano, depois anualmente
Toxoid de cascavel: reforço anual
E quanto à desparasitação?
A desparasitação começa já aos dois semanas de idade e deve ser ajustada com base no risco de exposição a parasitas do filhote. Converse com seu veterinário para definir um cronograma de desparasitação durante as primeiras visitas.
Desmembrando os custos de vacinação
Geralmente, os custos totais de vacinação de um filhote variam de $75 até $100(, embora isso dependa da localização e da clínica veterinária. Algumas clínicas oferecem pacotes de bem-estar que incluem todas as vacinas e visitas, facilitando o planejamento financeiro.
Despesas por vacina individual:
Bordetella: aproximadamente $30.69
Combo DHPP: aproximadamente $35.87
Influenza bivalente: aproximadamente $48.57
Leptospirose: aproximadamente $21.96
Doença de Lyme: aproximadamente $39.41
Raiva: aproximadamente $25.49
Considere também os custos de reforço a cada 1-3 anos, que aumentam os gastos contínuos. Não deixe de verificar clínicas de baixo custo locais ou abrigos de animais, que frequentemente cobram muito menos pelas vacinas.
É inteligente investir em seguro para animais de estimação?
Considerar um seguro para seu pet cedo faz sentido por várias razões. Mesmo visitas rotineiras de bem-estar com vacinas acumulam custos rapidamente—e contas inesperadas de emergência podem chegar a centenas ou milhares de euros.
As apólices de seguro variam bastante em cobertura, mas aquelas que incluem planos de bem-estar ajudam a compensar custos de vacinação, check-ups anuais e cuidados preventivos. Segundo dados do setor, o seguro geralmente cobre de 40 a 60% dos custos diretos, dependendo do provedor e do plano.
Inscreva seu filhote o quanto antes porque:
Evita exclusões por condições preexistentes
Previne surpresas caras por acidentes ou emergências
A maioria das empresas impõe períodos de carência—inscrever cedo garante cobertura mais rápida
O seguro custa menos para cães mais jovens
Os complementos de bem-estar cobrem vacinas, tratamento contra vermes e cuidados rotineiros
Por exemplo, na Califórnia, uma única vacina contra bordetella custa $33.38 de bolso. Com o seguro, esse valor é amplamente reembolsado, tornando o investimento vantajoso ao longo da vida do seu cão.
Perguntas comuns sobre vacinação de filhotes
Quando exatamente meu filhote deve estar totalmente vacinado?
A última série de vacinas de filhote termina por volta dos 16 semanas de idade. A partir daí, reforços anuais mantêm a imunidade, com vacinas específicas exigindo renovação a cada 1-3 anos, dependendo do tipo.
Quantas doses de parvovírus meu filhote realmente precisa?
Os filhotes precisam de pelo menos três doses )às vezes mais( de uma vacina combinada que inclua proteção contra parvovírus, administradas entre 6-16 semanas de idade, aproximadamente a cada 2-4 semanas.
Meu filhote precisa de todas as vacinas não essenciais?
Nem sempre. Seu veterinário recomendará vacinas não essenciais com base na sua localização, estilo de vida do cão e riscos de exposição. Um cão em apartamento na cidade com pouco tempo ao ar livre precisa de proteção diferente de um cão rural que faz trilhas regularmente.
Reforços realmente são necessários?
Com certeza. Os sistemas imunológicos dos filhotes ainda estão em desenvolvimento, tornando os reforços essenciais para manter níveis de anticorpos protetores. Pular reforços deixa seu cão vulnerável a doenças evitáveis.
Qual a diferença entre vacinas por injeção e por via nasal?
Vacinas administradas por gotas nasais )como a bordetella criam imunidade local nas mucosas onde a infecção geralmente começa, oferecendo proteção mais rápida. Vacinas injetáveis atuam sistemicamente, mas levam mais tempo para fornecer proteção completa.
Levar a sério o calendário de vacinação do seu filhote durante esses meses iniciais estabelece a base para uma vida longa e saudável juntos. Trabalhe em estreita colaboração com seu veterinário para criar um plano personalizado que considere os riscos específicos e o estilo de vida do seu filhote—é um dos melhores investimentos que você pode fazer.
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Tudo o que Precisa de Saber Sobre o Cronograma de Vacinação do Seu Cãozinho e a Linha do Tempo dos Refúgios
Ter um novo cachorrinho é emocionante, mas traz responsabilidades sérias de saúde. Entre as decisões mais críticas que você tomará nos primeiros meses do seu filhote está o estabelecimento de um plano de vacinação sólido. Enquanto escolhe brinquedos e decide marcas de ração, não negligencie um dos marcos de saúde mais importantes: o calendário de imunizações. Vamos explicar o que todo novo dono de cão deve entender sobre proteger seu amigo peludo de doenças evitáveis.
Por que os filhotes precisam de múltiplas vacinações
Aqui está o ponto: os filhotes começam a vida com alguma proteção da mãe, mas essa imunidade não dura muito tempo. Segundo especialistas veterinários, os anticorpos maternos podem interferir nas vacinas, tornando-as menos eficazes inicialmente. Por isso, os filhotes precisam de uma série de doses, e não apenas uma — eles precisam de reforços para construir níveis suficientes de anticorpos. Cães jovens com menos de quatro meses estão especialmente vulneráveis, tornando a vacinação oportuna absolutamente fundamental.
As duas categorias de vacinas para filhotes
O campo veterinário divide as imunizações de filhotes em dois grupos: essenciais (core) e opcionais (noncore). As vacinas essenciais são recomendadas para todos os cães, enquanto as não essenciais são adaptadas aos fatores de risco, estilo de vida e localização geográfica.
Vacinas essenciais que todo filhote deve receber:
As vacinas básicas protegem contra quatro ameaças principais:
Frequentemente, as vacinas contra cinomose, adenovírus e parvovírus são combinadas em uma única injeção chamada DHPP (ou DHP se a parainfluenza for excluída). Essa abordagem simplifica o calendário de vacinação do seu filhote.
Vacinas não essenciais baseadas no risco:
Dependendo de onde você mora e das atividades do seu cão, seu veterinário pode recomendar:
Compreendendo cada vacina: o que elas protegem
Vacina contra Cinomose & DHPP
A cinomose se espalha por gotículas no ar de animais infectados ou por tigelas contaminadas de comida/água. Filhotes infectados desenvolvem febre, secreção nasal, tosse, vômito e—em casos graves—sintomas neurológicos como convulsões ou paralisia. Os filhotes com menos de quatro meses enfrentam o maior risco. A vacina contra cinomose começa aos seis semanas, repetindo a cada três a quatro semanas até completar 16 semanas de idade.
Adenovírus (Hepatite infecciosa canina)
Essa doença grave ataca o fígado, rins e vasos sanguíneos através de urina, fezes e secreções oculares/nasais contaminadas. Os sintomas incluem perda de apetite, febre, secreção respiratória e turvação ocular. Em filhotes jovens, pode ser fatal. Os filhotes recebem pelo menos três doses da vacina combinada entre 6-16 semanas (com intervalos de 2-4 semanas), seguidas de reforço dentro de um ano e depois a cada três anos.
Proteção contra Parvovírus
Parvo é altamente contagioso e se espalha por fezes contaminadas, ambientes e superfícies. O vírus sobrevive a calor, frio e umidade por longos períodos. Filhotes não vacinados com menos de quatro meses estão em maior risco. Os sinais incluem letargia, perda de apetite, dor abdominal, febre, vômito e diarreia com sangue severa. Cronograma de vacinação: 6-8 semanas, 10-12 semanas, 14-16 semanas, seguido de reforço ao completar um ano e a cada três anos posteriormente.
Vacina contra Raiva
A raiva, transmitida pela saliva, afeta o sistema nervoso central e mata milhares de humanos e milhões de animais anualmente. A vacina é obrigatória por lei nos EUA; o cronograma varia por estado. Os filhotes recebem uma série inicial de duas doses com um ano de intervalo, seguidas de reforços a cada três anos.
Leptospirose (não essencial)
Essa infecção bacteriana vive no solo e na água, afetando fígado e rins. Os cães contraem-na pelo contato com urina infectada, água contaminada ou feridas abertas. Os sintomas incluem febre, sensibilidade muscular, aumento da sede, vômito e letargia. Embora geralmente não seja considerada uma vacina essencial, a Califórnia agora recomenda como vacina obrigatória devido à prevalência da doença. Vacinação inicial aos 12 semanas, seguida de reforço 2-4 semanas depois, e reforços anuais para proteção contínua.
Doença de Lyme (não essencial)
A doença de Lyme transmitida por carrapatos é causada por bactérias transmitidas durante a fixação do carrapato (leva 1-2 dias). As regiões com maior prevalência são Nordeste, Nova Inglaterra e Costa Pacífica. Os sintomas incluem febre, perda de apetite, dor nas articulações, claudicação e letargia. Se não tratada, prejudica rins, sistema nervoso e coração. Veterinários geralmente recomendam essa vacina para cães em áreas de alto risco ou que passam muito tempo ao ar livre.
Bordetella/Tosse dos Canis (não essencial)
A tosse dos canis é uma doença respiratória altamente contagiosa que causa uma tosse característica, letargia, febre e dificuldade respiratória. Propaga-se em alojamentos, centros de estética e parques caninos. A vacina pode ser administrada por injeção, dose oral ou gotas nasais. A via nasal oferece imunidade local nas mucosas onde a infecção começa, proporcionando proteção mais rápida do que a injeção sozinha.
Influenza Canina (não essencial)
Semelhante à gripe humana, essa vírus respiratório se espalha por contato próximo, tosse, espirros e objetos contaminados. Os cães desenvolvem tosse, secreção nasal, espirros, febre e letargia. Embora a vacina possa não impedir totalmente a infecção, ela reduz a gravidade e a duração. Recomendada especialmente para cães sociais, em creches, pet shops ou que participam de eventos com vários cães.
Toxoid de cascavel (não essencial)
Essa vacina não essencial ajuda os cães a desenvolver anticorpos contra o veneno de cascavel. Contudo, não há dados de eficácia publicados. Administrada em duas doses com um mês de intervalo, com reforços anuais, pelo menos um mês antes de atividades na temporada de cascavel. Nota importante: a vacina retarda os efeitos do veneno, mas não elimina a necessidade de atendimento veterinário de emergência se o cão for mordido.
Cronograma de vacinação do seu filhote
Semanas 6-8: Primeira dose de DHPP (ou vacinas individuais)
Semanas 10-12: Segunda dose de DHPP; pode começar a vacina contra raiva
Semanas 14-16: Terceira dose de DHPP (última série inicial); vacina contra raiva concluída
Até 16 semanas: Todas as vacinas essenciais devem estar completas; vacinas não essenciais administradas conforme recomendação
Um ano após a última dose do filhote: Primeiro reforço de DHPP, adenovírus, parvovírus e parainfluenza
Ano 1-3 e além: Cronograma de reforço depende do tipo de vacina—a cada um a três anos para a maioria das vacinas essenciais; anualmente para leptospirose, doença de Lyme e bordetella
Requisitos de reforço: explicação
Nem todas as vacinas exigem reforços regulares, mas aquelas que precisam desempenham papel crucial. Filhotes com sistemas imunológicos ainda em desenvolvimento especialmente necessitam de proteção completa com reforços:
E quanto à desparasitação?
A desparasitação começa já aos dois semanas de idade e deve ser ajustada com base no risco de exposição a parasitas do filhote. Converse com seu veterinário para definir um cronograma de desparasitação durante as primeiras visitas.
Desmembrando os custos de vacinação
Geralmente, os custos totais de vacinação de um filhote variam de $75 até $100(, embora isso dependa da localização e da clínica veterinária. Algumas clínicas oferecem pacotes de bem-estar que incluem todas as vacinas e visitas, facilitando o planejamento financeiro.
Despesas por vacina individual:
Considere também os custos de reforço a cada 1-3 anos, que aumentam os gastos contínuos. Não deixe de verificar clínicas de baixo custo locais ou abrigos de animais, que frequentemente cobram muito menos pelas vacinas.
É inteligente investir em seguro para animais de estimação?
Considerar um seguro para seu pet cedo faz sentido por várias razões. Mesmo visitas rotineiras de bem-estar com vacinas acumulam custos rapidamente—e contas inesperadas de emergência podem chegar a centenas ou milhares de euros.
As apólices de seguro variam bastante em cobertura, mas aquelas que incluem planos de bem-estar ajudam a compensar custos de vacinação, check-ups anuais e cuidados preventivos. Segundo dados do setor, o seguro geralmente cobre de 40 a 60% dos custos diretos, dependendo do provedor e do plano.
Inscreva seu filhote o quanto antes porque:
Por exemplo, na Califórnia, uma única vacina contra bordetella custa $33.38 de bolso. Com o seguro, esse valor é amplamente reembolsado, tornando o investimento vantajoso ao longo da vida do seu cão.
Perguntas comuns sobre vacinação de filhotes
Quando exatamente meu filhote deve estar totalmente vacinado?
A última série de vacinas de filhote termina por volta dos 16 semanas de idade. A partir daí, reforços anuais mantêm a imunidade, com vacinas específicas exigindo renovação a cada 1-3 anos, dependendo do tipo.
Quantas doses de parvovírus meu filhote realmente precisa?
Os filhotes precisam de pelo menos três doses )às vezes mais( de uma vacina combinada que inclua proteção contra parvovírus, administradas entre 6-16 semanas de idade, aproximadamente a cada 2-4 semanas.
Meu filhote precisa de todas as vacinas não essenciais?
Nem sempre. Seu veterinário recomendará vacinas não essenciais com base na sua localização, estilo de vida do cão e riscos de exposição. Um cão em apartamento na cidade com pouco tempo ao ar livre precisa de proteção diferente de um cão rural que faz trilhas regularmente.
Reforços realmente são necessários?
Com certeza. Os sistemas imunológicos dos filhotes ainda estão em desenvolvimento, tornando os reforços essenciais para manter níveis de anticorpos protetores. Pular reforços deixa seu cão vulnerável a doenças evitáveis.
Qual a diferença entre vacinas por injeção e por via nasal?
Vacinas administradas por gotas nasais )como a bordetella criam imunidade local nas mucosas onde a infecção geralmente começa, oferecendo proteção mais rápida. Vacinas injetáveis atuam sistemicamente, mas levam mais tempo para fornecer proteção completa.
Levar a sério o calendário de vacinação do seu filhote durante esses meses iniciais estabelece a base para uma vida longa e saudável juntos. Trabalhe em estreita colaboração com seu veterinário para criar um plano personalizado que considere os riscos específicos e o estilo de vida do seu filhote—é um dos melhores investimentos que você pode fazer.