A indústria de inteligência artificial está a seguir na direção errada. A maioria dos laboratórios e empresas está a perseguir a criação de sistemas totalmente autónomos, capazes de agir independentemente do ser humano. No entanto, Vitalik Buterin acredita que este é um caminho sem saída.
O que realmente a humanidade precisa
Na opinião de Vitalik, o verdadeiro avanço está numa direção completamente diferente — no desenvolvimento de ferramentas que aumentem e complementem a inteligência humana. Em vez de criar uma IA super-humana com autonomia a longo prazo, devemos concentrar-nos em tecnologias que funcionem como uma extensão do nosso cérebro.
Vitalik aponta para um paradoxo: as empresas investem somas enormes no desenvolvimento de inteligência altamente autónoma, subestimando ao mesmo tempo as ferramentas que realmente aumentam as capacidades cognitivas do ser humano. Isto assemelha-se a uma busca por uma ilusão de progresso, em vez de uma construção consciente dele.
Como devem funcionar os novos laboratórios de IA
Vitalik recomenda reorientar o trabalho dos centros de investigação. Os novos laboratórios devem basear-se no princípio da complementaridade entre o ser humano e a máquina, e não na substituição.
Além disso, ele insiste na importância do código aberto — isto permitirá evitar a concentração de poder nas mãos de algumas corporações e dará à comunidade científica a possibilidade de controlar o desenvolvimento da IA em direção à segurança.
Conclusão
A posição de Vitalik Buterin provoca reflexões sérias sobre as prioridades da indústria. Em vez de competir numa corrida pela criação de uma IA onipotente, deve-se desenvolver tecnologias que tornem as pessoas mais inteligentes, produtivas e criativas. Essa abordagem à IA pode levar a um desenvolvimento sustentável e seguro da humanidade.
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Buterin falou sobre o futuro da IA: por que precisamos de tecnologias de aprimoramento humano em vez de robôs assassinos
A indústria de inteligência artificial está a seguir na direção errada. A maioria dos laboratórios e empresas está a perseguir a criação de sistemas totalmente autónomos, capazes de agir independentemente do ser humano. No entanto, Vitalik Buterin acredita que este é um caminho sem saída.
O que realmente a humanidade precisa
Na opinião de Vitalik, o verdadeiro avanço está numa direção completamente diferente — no desenvolvimento de ferramentas que aumentem e complementem a inteligência humana. Em vez de criar uma IA super-humana com autonomia a longo prazo, devemos concentrar-nos em tecnologias que funcionem como uma extensão do nosso cérebro.
Vitalik aponta para um paradoxo: as empresas investem somas enormes no desenvolvimento de inteligência altamente autónoma, subestimando ao mesmo tempo as ferramentas que realmente aumentam as capacidades cognitivas do ser humano. Isto assemelha-se a uma busca por uma ilusão de progresso, em vez de uma construção consciente dele.
Como devem funcionar os novos laboratórios de IA
Vitalik recomenda reorientar o trabalho dos centros de investigação. Os novos laboratórios devem basear-se no princípio da complementaridade entre o ser humano e a máquina, e não na substituição.
Além disso, ele insiste na importância do código aberto — isto permitirá evitar a concentração de poder nas mãos de algumas corporações e dará à comunidade científica a possibilidade de controlar o desenvolvimento da IA em direção à segurança.
Conclusão
A posição de Vitalik Buterin provoca reflexões sérias sobre as prioridades da indústria. Em vez de competir numa corrida pela criação de uma IA onipotente, deve-se desenvolver tecnologias que tornem as pessoas mais inteligentes, produtivas e criativas. Essa abordagem à IA pode levar a um desenvolvimento sustentável e seguro da humanidade.