Muitas vezes, as pessoas assumem que os países com as moedas nacionais mais valiosas também possuem os passaportes mais poderosos do mundo. No entanto, a realidade mostra um quadro completamente diferente. As classificações de 2025-2026 demonstram claramente que o poder económico de uma moeda e a influência diplomática de um país são dois indicadores completamente diferentes.
Líderes na taxa de câmbio: quais as moedas mais caras
A moeda mais cara do mundo é o Dinar Kuwaitiano (KWD). A moeda liderou o ranking global durante muitos anos graças aos ricos recursos de petróleo e gás do Kuwait e à política monetária conservadora do país. Um dinar kuwaitiano vale significativamente mais do que o dólar americano.
Segue-se outras moedas da região persa:
Dinar do Bahrein (BHD) – segunda posição
Riyal omanita (OMR) – terceiro lugar
Dinar jordaniano (JOD) – quarto lugar
Estes países, ricos em recursos hidrocarbonetos e politicamente estáveis, ocupam a posição de líderes no valor das moedas nacionais.
Principais moedas mundiais: dos petrodólares aos francos estáveis
Para além dos dinares árabes, a lista das moedas mais valiosas inclui representantes das economias desenvolvidas:
A libra esterlina britânica (GBP) é a quinta moeda mais cara do mundo. O franco suíço (CHF) também está no topo do ranking devido à reputação da Suíça como centro financeiro e repositório de estabilidade.
O escalão seguinte está representado:
Libra de Gibraltar (GIP)
Dólar das Ilhas Cayman (KYD)
Euro (EUR) é a moeda de 20 países da Zona Euro
Dólar dos EUA (USD), a moeda de reserva mundial
Dólar das Bahamas (BSD) e Dólar das Bermudas (BMD)
Dólar canadiano (CAD)
Dólar de Singapura (SGD)
Dólar de Brunei (BND)
Estas moedas refletem o poder económico dos países desenvolvidos e dos centros financeiros estáveis.
Poder de passaporte: que documentos abrem mais fronteiras
Surge um quadro muito diferente no que toca ao impacto do passaporte nacional. Os líderes absolutos aqui são países cujos cidadãos podem viajar quase sem restrições.
No topo do ranking de passaportes estão:
Singapura – primeiro lugar
Coreia do Sul – Segundo Lugar
Japão – Terceiro Lugar
Estas três potências asiáticas dão aos seus cidadãos acesso ao maior número de países sem necessidade de processamento prévio de visto.
O bloco europeu também está numa posição forte:
Alemanha, Espanha, Itália, França
Suécia, Países Baixos, Finlândia
Áustria, Dinamarca, Reino Unido, Luxemburgo
Bélgica, Suíça, Noruega
A seguir são:
Grécia, Portugal, Irlanda, Malta
Austrália, Nova Zelândia, Canadá
Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos
Completando os 15 principais passaportes:
Hungria, Polónia
República Checa, Islândia
Eslováquia, Lituânia
Estónia, Letónia
Eslovénia, Malásia
A classificação baseia-se no número de países que os cidadãos podem visitar sem visto prévio, ou com visto obtido à chegada ou através do sistema ETA (Autorização Eletrónica de Viagem).
Paradoxo interessante: uma moeda rica não garante um passaporte forte
Aqui encontra-se uma discrepância curiosa. O Kuwait, cuja moeda é a mais cara do mundo, não está na lista dos passaportes mais influentes. O mesmo se aplica ao Bahrein e ao Omã. Em contraste, Singapura, com o seu dólar de Singapura (que é mais caro do que muitos euros e dólares), ocupa o primeiro lugar em termos de poder de aprovação. A Suíça, país do franco suíço, também está no topo de ambos os rankings.
Isto deve-se ao facto de o valor de uma moeda ser determinado principalmente pelos recursos de petróleo e gás e pela política financeira, enquanto a força de um passaporte depende das relações diplomáticas de um país, da sua pertença a sindicatos internacionais (como Schengen, UE) e da política externa. Dois indicadores caracterizam diferentes aspetos da influência internacional do Estado.
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A Moeda Mais Cara e o Passaporte Mais Influente: Diferentes Líderes em Diferentes Rankings
Muitas vezes, as pessoas assumem que os países com as moedas nacionais mais valiosas também possuem os passaportes mais poderosos do mundo. No entanto, a realidade mostra um quadro completamente diferente. As classificações de 2025-2026 demonstram claramente que o poder económico de uma moeda e a influência diplomática de um país são dois indicadores completamente diferentes.
Líderes na taxa de câmbio: quais as moedas mais caras
A moeda mais cara do mundo é o Dinar Kuwaitiano (KWD). A moeda liderou o ranking global durante muitos anos graças aos ricos recursos de petróleo e gás do Kuwait e à política monetária conservadora do país. Um dinar kuwaitiano vale significativamente mais do que o dólar americano.
Segue-se outras moedas da região persa:
Estes países, ricos em recursos hidrocarbonetos e politicamente estáveis, ocupam a posição de líderes no valor das moedas nacionais.
Principais moedas mundiais: dos petrodólares aos francos estáveis
Para além dos dinares árabes, a lista das moedas mais valiosas inclui representantes das economias desenvolvidas:
A libra esterlina britânica (GBP) é a quinta moeda mais cara do mundo. O franco suíço (CHF) também está no topo do ranking devido à reputação da Suíça como centro financeiro e repositório de estabilidade.
O escalão seguinte está representado:
Estas moedas refletem o poder económico dos países desenvolvidos e dos centros financeiros estáveis.
Poder de passaporte: que documentos abrem mais fronteiras
Surge um quadro muito diferente no que toca ao impacto do passaporte nacional. Os líderes absolutos aqui são países cujos cidadãos podem viajar quase sem restrições.
No topo do ranking de passaportes estão:
Estas três potências asiáticas dão aos seus cidadãos acesso ao maior número de países sem necessidade de processamento prévio de visto.
O bloco europeu também está numa posição forte:
A seguir são:
Completando os 15 principais passaportes:
A classificação baseia-se no número de países que os cidadãos podem visitar sem visto prévio, ou com visto obtido à chegada ou através do sistema ETA (Autorização Eletrónica de Viagem).
Paradoxo interessante: uma moeda rica não garante um passaporte forte
Aqui encontra-se uma discrepância curiosa. O Kuwait, cuja moeda é a mais cara do mundo, não está na lista dos passaportes mais influentes. O mesmo se aplica ao Bahrein e ao Omã. Em contraste, Singapura, com o seu dólar de Singapura (que é mais caro do que muitos euros e dólares), ocupa o primeiro lugar em termos de poder de aprovação. A Suíça, país do franco suíço, também está no topo de ambos os rankings.
Isto deve-se ao facto de o valor de uma moeda ser determinado principalmente pelos recursos de petróleo e gás e pela política financeira, enquanto a força de um passaporte depende das relações diplomáticas de um país, da sua pertença a sindicatos internacionais (como Schengen, UE) e da política externa. Dois indicadores caracterizam diferentes aspetos da influência internacional do Estado.