O Itaú Asset Management, principal gestor de ativos privado do Brasil, apresentou uma recomendação estratégica para que investidores direcionem entre 1% e 3% de suas carteiras em Bitcoin. Essa orientação surge em um contexto de crescente volatilidade nos mercados globais e no câmbio brasileiro, demandando que investidores busquem proteção complementar em seus portfólios.
Aplicação Moderada: Por Que 1% a 3% em Bitcoin Faz Sentido
Renato Eid, responsável pelas estratégias beta e investimento responsável da Itaú Asset Management, argumentou que o Bitcoin apresenta uma independência de movimento em relação aos ativos tradicionais locais, tornando-o uma ferramenta útil de diversificação. A proporção sugerida de 1% a 3% reflete uma abordagem equilibrada, sem transformar criptomoedas no núcleo da carteira.
“A ideia não é tornar os criptoativos o centro da estratégia de investimento, mas incluí-los como um componente complementar — dimensionado ao perfil de risco de cada investidor,” explicou Eid. Essa filosofia busca oferecer acesso a retornos globais mantendo a segurança patrimonial como prioridade.
Diversificação em Tempos de Incerteza Cambial
Para investidores brasileiros, a dinâmica cambial intensifica os desafios. Produtos como o BITI11, um fundo negociado em bolsa que replica o desempenho do Bitcoin no Brasil, sofreram impactos significativos pela desvalorização do real. No entanto, quando períodos de estresse econômico ocorreram no final de 2025, a natureza global do Bitcoin proporcionou uma proteção relativa.
A aplicação em Bitcoin age como um amortecedor contra choques simultâneos de moeda e mercado. Esse mecanismo se torna particularmente relevante quando as correlações tradicionais entre ativos falham, e investidores precisam de uma âncora que não dependa exclusivamente do cenário doméstico.
A Disciplina de Longo Prazo Supera Tentativas de Timing do Mercado
Eid alertou contra a tentativa de prever o momento exato para entrar ou sair do mercado. Em 2025, o Bitcoin experimentou uma trajetória volátil—disparando próximo a $125.000 antes de recuar para cerca de $90.000—evidenciando o risco de decisões reativas.
Segundo a recomendação, investidores devem estabelecer uma “fatia estratégica” (por exemplo, 1% a 3%) e mantê-la através de ciclos de mercado, sem reagir ao “ruído” de curto prazo. Essa mentalidade disciplinada reduz o risco comportamental e alinha investidores com seus objetivos de longo prazo.
Alinhamento com Outras Grandes Gestoras
A recomendação da Itaú Asset Management conversa com orientações recentes de outras gigantes do mercado. No início de janeiro, o Bank of America autorizou consultores de patrimônio a sugerir alocações em Bitcoin de até 4%, enquanto a BlackRock indicou uma aplicação de 2%. Essas orientações reforçam o crescimento de um consenso entre investidores institucionais de que Bitcoin merece um lugar na diversificação moderna.
O Preço Atual e a Realidade do Investimento
Com Bitcoin cotado em $77.84K, o custo de uma alocação de 1% a 3% permanece acessível para a maioria dos investidores de renda média e alta. A recomendação enfatiza que essa exposição não deve ser vista como uma aposta especulativa, mas como um componente defensivo que oferece hedge contra riscos macroeconômicos.
Para investidores dispostos a seguir uma estratégia disciplinada, a sugestão do Itaú Asset Management oferece um roteiro prático: começar pequeno, manter-se consistente e resistir às pressões emocionais do mercado. Essa abordagem transforma o Bitcoin de um ativo exótico em um instrumento de proteção patrimonial convencional.
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Como Investidores Devem Alocar em Bitcoin: Recomendação do Maior Gestor de Ativos Brasileiro
O Itaú Asset Management, principal gestor de ativos privado do Brasil, apresentou uma recomendação estratégica para que investidores direcionem entre 1% e 3% de suas carteiras em Bitcoin. Essa orientação surge em um contexto de crescente volatilidade nos mercados globais e no câmbio brasileiro, demandando que investidores busquem proteção complementar em seus portfólios.
Aplicação Moderada: Por Que 1% a 3% em Bitcoin Faz Sentido
Renato Eid, responsável pelas estratégias beta e investimento responsável da Itaú Asset Management, argumentou que o Bitcoin apresenta uma independência de movimento em relação aos ativos tradicionais locais, tornando-o uma ferramenta útil de diversificação. A proporção sugerida de 1% a 3% reflete uma abordagem equilibrada, sem transformar criptomoedas no núcleo da carteira.
“A ideia não é tornar os criptoativos o centro da estratégia de investimento, mas incluí-los como um componente complementar — dimensionado ao perfil de risco de cada investidor,” explicou Eid. Essa filosofia busca oferecer acesso a retornos globais mantendo a segurança patrimonial como prioridade.
Diversificação em Tempos de Incerteza Cambial
Para investidores brasileiros, a dinâmica cambial intensifica os desafios. Produtos como o BITI11, um fundo negociado em bolsa que replica o desempenho do Bitcoin no Brasil, sofreram impactos significativos pela desvalorização do real. No entanto, quando períodos de estresse econômico ocorreram no final de 2025, a natureza global do Bitcoin proporcionou uma proteção relativa.
A aplicação em Bitcoin age como um amortecedor contra choques simultâneos de moeda e mercado. Esse mecanismo se torna particularmente relevante quando as correlações tradicionais entre ativos falham, e investidores precisam de uma âncora que não dependa exclusivamente do cenário doméstico.
A Disciplina de Longo Prazo Supera Tentativas de Timing do Mercado
Eid alertou contra a tentativa de prever o momento exato para entrar ou sair do mercado. Em 2025, o Bitcoin experimentou uma trajetória volátil—disparando próximo a $125.000 antes de recuar para cerca de $90.000—evidenciando o risco de decisões reativas.
Segundo a recomendação, investidores devem estabelecer uma “fatia estratégica” (por exemplo, 1% a 3%) e mantê-la através de ciclos de mercado, sem reagir ao “ruído” de curto prazo. Essa mentalidade disciplinada reduz o risco comportamental e alinha investidores com seus objetivos de longo prazo.
Alinhamento com Outras Grandes Gestoras
A recomendação da Itaú Asset Management conversa com orientações recentes de outras gigantes do mercado. No início de janeiro, o Bank of America autorizou consultores de patrimônio a sugerir alocações em Bitcoin de até 4%, enquanto a BlackRock indicou uma aplicação de 2%. Essas orientações reforçam o crescimento de um consenso entre investidores institucionais de que Bitcoin merece um lugar na diversificação moderna.
O Preço Atual e a Realidade do Investimento
Com Bitcoin cotado em $77.84K, o custo de uma alocação de 1% a 3% permanece acessível para a maioria dos investidores de renda média e alta. A recomendação enfatiza que essa exposição não deve ser vista como uma aposta especulativa, mas como um componente defensivo que oferece hedge contra riscos macroeconômicos.
Para investidores dispostos a seguir uma estratégia disciplinada, a sugestão do Itaú Asset Management oferece um roteiro prático: começar pequeno, manter-se consistente e resistir às pressões emocionais do mercado. Essa abordagem transforma o Bitcoin de um ativo exótico em um instrumento de proteção patrimonial convencional.