BlackRock, raksasa de gestão de investimentos como o maior ativo do mundo, gerindo mais de $10 trilhões, identificou as criptomoedas e a tokenização como dois pilares estratégicos que moldarão o panorama de investimentos em 2026. A empresa colocou ambos os setores no seu relatório Outlook Temático 2026 como forças transformacionais que terão um impacto real na forma como os investidores acessam e gerem os seus portfólios.
Estratégia BlackRock: Por que o maior ativo do mundo foca no digital
A equipa liderada por Jay Jacobs, chefe de fundos negociados em bolsa para ações americanas da empresa, colocou explicitamente o ecossistema digital na lista de temas que “impulsionam os mercados de uma forma nunca antes vista”. Esta jogada estratégica do maior ativo do mundo reflete uma mudança fundamental na forma como as instituições financeiras veem a tecnologia blockchain e os ativos digitais.
Embora a inteligência artificial e a infraestrutura energética sejam os principais focos do relatório, o reconhecimento das criptomoedas revela algo mais profundo: a BlackRock já não vê os ativos digitais apenas como instrumentos especulativos, mas como componentes essenciais de uma estratégia de diversificação moderna. Bitcoin e ether não são apenas mencionados no relatório—ambos são contextualizados juntamente com stablecoins como parte de um ecossistema em rápido crescimento.
iShares Bitcoin Trust: Prova concreta da procura dos investidores
O produto revolucionário da BlackRock, iShares Bitcoin Trust (IBIT), é uma prova concreta desta tese de investimento. Desde o seu lançamento em janeiro de 2024, o IBIT tornou-se no produto negociado em bolsa com o crescimento mais rápido da história da indústria. Os ativos sob gestão já ultrapassaram $70 mil milhões, um número que reflete o entusiasmo dos investidores institucionais pela exposição estruturada e segura ao bitcoin.
O preço do bitcoin atualmente está em $78.950, enquanto o ether ronda os $2.450. O crescimento fenomenal do IBIT não é apenas uma questão de números—é uma declaração do mercado de que o investimento institucional em criptomoedas atingiu um ponto crítico. A BlackRock, como maior ativo do mundo, validou o que antes era considerado um nicho, tornando-se mainstream.
Tokenização: Transformar a forma como acedemos a ativos tradicionais
O Outlook Temático 2026 da BlackRock também destaca a tokenização como um tema que impulsiona a transformação da infraestrutura financeira global. A tokenização não é apenas sobre transferir ativos tradicionais para a blockchain—é sobre modernizar o acesso a propriedades, ações e outros instrumentos financeiros através de redes descentralizadas.
Stablecoins, especialmente as apoiadas pelo dólar americano, são um exemplo inicial desta revolução. No entanto, a BlackRock identifica a tokenização como uma tendência muito mais ampla, onde a representação digital de ativos do mundo real mudará a forma como os fundos são alocados e geridos.
Ethereum: Beneficiário principal da onda de tokenização
Ao analisar o panorama da tokenização, o relatório destaca especificamente a blockchain Ethereum como a infraestrutura principal que se beneficiará deste crescimento. Dados indicam que mais de 65% de todos os ativos tokenizados atualmente operam na Ethereum, refletindo a sua posição dominante no ecossistema de aplicações descentralizadas.
A BlackRock entende que a Ethereum não é apenas uma rede para transações—é uma plataforma que possibilita inovação na tokenização de ativos tradicionais. Com uma infraestrutura madura e um ecossistema de desenvolvedores forte, a Ethereum posiciona-se como a espinha dorsal da economia de tokens que se avizinha.
Contexto mais amplo: Blockchain como força de transformação mega
A inclusão de criptomoedas e tokenização pelo maior ativo do mundo indica algo significativo: a BlackRock vê a tecnologia blockchain como uma das várias “mega forças” que irão definir os investimentos na próxima década. Estas forças incluem a crescente procura por poder computacional impulsionado por IA, mudanças geopolíticas nos gastos de defesa e o desenvolvimento de infraestrutura energética global.
O que muda a perspetiva é que a BlackRock já não considera a blockchain como um setor separado—ela está integrada numa narrativa mais ampla de transformação económica. A volatilidade de preços e os desafios regulatórios permanecem, mas o relatório estratégico do maior ativo do mundo demonstra uma convicção de que o potencial desta tecnologia para modernizar a infraestrutura financeira vai muito além das incertezas de curto prazo.
Implicações para o mercado de criptomoedas e investidores
A mensagem da BlackRock é clara: a tecnologia blockchain está cada vez mais próxima de se tornar uma componente principal do investimento institucional. Para a comunidade de criptomoedas, a validação pelo maior ativo do mundo é o reconhecimento de que a sua visão de um futuro financeiro digital está a tornar-se realidade. Não se trata mais de especulação—é sobre fundamentos, adoção e integração numa maior ecossistema de investimento global.
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BlackRock Como o Maior Ativo do Mundo Define Criptomoedas e Tokenização como Chaves para o Crescimento em 2026
BlackRock, raksasa de gestão de investimentos como o maior ativo do mundo, gerindo mais de $10 trilhões, identificou as criptomoedas e a tokenização como dois pilares estratégicos que moldarão o panorama de investimentos em 2026. A empresa colocou ambos os setores no seu relatório Outlook Temático 2026 como forças transformacionais que terão um impacto real na forma como os investidores acessam e gerem os seus portfólios.
Estratégia BlackRock: Por que o maior ativo do mundo foca no digital
A equipa liderada por Jay Jacobs, chefe de fundos negociados em bolsa para ações americanas da empresa, colocou explicitamente o ecossistema digital na lista de temas que “impulsionam os mercados de uma forma nunca antes vista”. Esta jogada estratégica do maior ativo do mundo reflete uma mudança fundamental na forma como as instituições financeiras veem a tecnologia blockchain e os ativos digitais.
Embora a inteligência artificial e a infraestrutura energética sejam os principais focos do relatório, o reconhecimento das criptomoedas revela algo mais profundo: a BlackRock já não vê os ativos digitais apenas como instrumentos especulativos, mas como componentes essenciais de uma estratégia de diversificação moderna. Bitcoin e ether não são apenas mencionados no relatório—ambos são contextualizados juntamente com stablecoins como parte de um ecossistema em rápido crescimento.
iShares Bitcoin Trust: Prova concreta da procura dos investidores
O produto revolucionário da BlackRock, iShares Bitcoin Trust (IBIT), é uma prova concreta desta tese de investimento. Desde o seu lançamento em janeiro de 2024, o IBIT tornou-se no produto negociado em bolsa com o crescimento mais rápido da história da indústria. Os ativos sob gestão já ultrapassaram $70 mil milhões, um número que reflete o entusiasmo dos investidores institucionais pela exposição estruturada e segura ao bitcoin.
O preço do bitcoin atualmente está em $78.950, enquanto o ether ronda os $2.450. O crescimento fenomenal do IBIT não é apenas uma questão de números—é uma declaração do mercado de que o investimento institucional em criptomoedas atingiu um ponto crítico. A BlackRock, como maior ativo do mundo, validou o que antes era considerado um nicho, tornando-se mainstream.
Tokenização: Transformar a forma como acedemos a ativos tradicionais
O Outlook Temático 2026 da BlackRock também destaca a tokenização como um tema que impulsiona a transformação da infraestrutura financeira global. A tokenização não é apenas sobre transferir ativos tradicionais para a blockchain—é sobre modernizar o acesso a propriedades, ações e outros instrumentos financeiros através de redes descentralizadas.
Stablecoins, especialmente as apoiadas pelo dólar americano, são um exemplo inicial desta revolução. No entanto, a BlackRock identifica a tokenização como uma tendência muito mais ampla, onde a representação digital de ativos do mundo real mudará a forma como os fundos são alocados e geridos.
Ethereum: Beneficiário principal da onda de tokenização
Ao analisar o panorama da tokenização, o relatório destaca especificamente a blockchain Ethereum como a infraestrutura principal que se beneficiará deste crescimento. Dados indicam que mais de 65% de todos os ativos tokenizados atualmente operam na Ethereum, refletindo a sua posição dominante no ecossistema de aplicações descentralizadas.
A BlackRock entende que a Ethereum não é apenas uma rede para transações—é uma plataforma que possibilita inovação na tokenização de ativos tradicionais. Com uma infraestrutura madura e um ecossistema de desenvolvedores forte, a Ethereum posiciona-se como a espinha dorsal da economia de tokens que se avizinha.
Contexto mais amplo: Blockchain como força de transformação mega
A inclusão de criptomoedas e tokenização pelo maior ativo do mundo indica algo significativo: a BlackRock vê a tecnologia blockchain como uma das várias “mega forças” que irão definir os investimentos na próxima década. Estas forças incluem a crescente procura por poder computacional impulsionado por IA, mudanças geopolíticas nos gastos de defesa e o desenvolvimento de infraestrutura energética global.
O que muda a perspetiva é que a BlackRock já não considera a blockchain como um setor separado—ela está integrada numa narrativa mais ampla de transformação económica. A volatilidade de preços e os desafios regulatórios permanecem, mas o relatório estratégico do maior ativo do mundo demonstra uma convicção de que o potencial desta tecnologia para modernizar a infraestrutura financeira vai muito além das incertezas de curto prazo.
Implicações para o mercado de criptomoedas e investidores
A mensagem da BlackRock é clara: a tecnologia blockchain está cada vez mais próxima de se tornar uma componente principal do investimento institucional. Para a comunidade de criptomoedas, a validação pelo maior ativo do mundo é o reconhecimento de que a sua visão de um futuro financeiro digital está a tornar-se realidade. Não se trata mais de especulação—é sobre fundamentos, adoção e integração numa maior ecossistema de investimento global.