Profecias de mangá japonês e visionários modernos: quando o cisne negro fascina 2025

Ao longo das décadas, as profecias fascinaram a humanidade com a promessa de revelar o futuro. Entre as figuras mais intrigantes destaca-se o mangaká japonês Ryo Tatsuki, cuja obra “O futuro que vi” publicada em 1999 chamou atenção por uma razão especial: a extraordinária precisão de alguns dos seus sonhos premonitórios.

Os sonhos premonitórios do mangá japonês de Ryo Tatsuki

A história tem raízes no passado remoto. Ryo Tatsuki documentou nos seus quadrinhos sonhos que pareciam desafiar as leis da coincidência. O mais famoso refere-se ao Grande Terremoto do Tōhoku de 2011, conhecido como o desastre do “3.11”, que o mangaká descreveu anos antes de acontecer. Nos seus desenhos fascinantes e inquietantes, Ryo Tatsuki ilustrava o colapso das terras japonesas, ondas anormais geradas pelo fundo do mar e o afundamento de territórios inteiros, detalhes que tiveram confirmação trágica em 2011.

Mas a profecia do mangá japonês não se limitava ao passado. As visões de Tatsuki iam além, chegando a 2025 com descrições apocalípticas: ondas marítimas anormais diante das costas japonesas, seguidas por terremotos devastadores capazes de gerar tsunamis de até 40 metros de altura. No quadro catastrófico, surgiam também detalhes ainda mais fascinantes: do oceano surgiria uma nova terra, uma ponte continental ligando o Japão, Taiwan, Hong Kong e as Filipinas numa nova geografia.

Três visionários e suas profecias globais: desastres e conflitos previstos

A profecia não fica confinada ao génio japonês. Ao longo da história moderna, outros visionários traçaram cenários semelhantes para o mesmo período. Baba Vanga, a vidente búlgara apelidada de “a avó cega”, tem uma taxa de precisão narrativamente reportada em 85% nas suas previsões históricas. As suas profecias para 2025 indicavam conflitos entre nações europeias, com implicações potencialmente desestabilizadoras para o equilíbrio geopolítico mundial.

** Nostradamus**, o astrólogo francês do século XVI, descreveu nas suas “Centúrias” um 2025 marcado pela anarquia na Europa, por novos conflitos armados e pelo retorno de epidemias de doenças esquecidas, culminando na possível queda de um grande império. As suas visões sombrias retratavam guerra e caos.

Abhigya Anand, jovem visionário indiano apelidado de “menino prodígio da astrologia”, acrescentava maior complexidade às profecias globais. Anand destacava que na primeira metade de 2025 poderiam ocorrer conflitos regionais, desastres naturais e violências genocidas na região do Mar do Sul da China. Particularmente interessante era a sua análise astrológica: entre o final de 2024 e a primeira metade de 2025, o encontro entre Saturno e o nodo norte lunar poderia desencadear terremotos, tsunamis e outros fenómenos catastróficos nas áreas cobertas de água.

Quando a profecia encontra a ciência: a relação japonesa e o risco real

Um elemento crucial surge da análise: por trás dessas profecias de mangá e visões apocalípticas há uma realidade científica tangível. Um relatório oficial do governo japonês quantificou o risco concreto de um grande terremoto na Fossa do Mar do Sul da China, com perdas económicas estimadas em cerca de 18 trilhões de dólares e aproximadamente 300.000 vítimas potenciais. Não se trata mais de mera especulação, mas de uma análise de risco baseada em dados geológicos e modelos previsionais.

As profecias do mangá japonês e dos visionários históricos adquirem, assim, uma dimensão diferente: não previsões sobrenaturais, mas talvez intuições subconscientes de perigos reais, filtradas através do simbolismo e da imaginação. O fenómeno atrai porque toca numa verdade profunda: o risco de desastres naturais é realmente concreto.

Como ler as profecias de mangá com senso crítico

É fundamental lembrar que as profecias, na sua essência, carecem de fundamento científico verificável. As previsões discutidas podem nunca acontecer, ou podem manifestar-se de formas completamente diferentes daquelas descritas. 2025 já passou para o leitor moderno, e muitas dessas previsões não se concretizaram conforme as modalidades previstas.

No entanto, isso não diminui a importância de estar consciente do risco real. A verdadeira lição da profecia do mangá japonês e dos visionários é outra: reside na necessidade de adotar medidas preventivas concretas, investir em infraestruturas sismorresistentes, desenvolver sistemas de alerta precoce, garantir a preparação da população para desastres naturais. Nesse sentido, a profecia transforma-se de uma curiosidade mística num aviso cívico, lembrando-nos que o rigor científico e a preparação prática continuam a ser as nossas melhores ferramentas de proteção.

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