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Há alguns dias ouvi uma palavra, chamada a maldição do tempo. Ao ouvi-la, um suor frio percorreu-me o corpo; esta é a morte mais precisa do mundo adulto. A lógica central é simples, mas extremamente dolorosa: à medida que envelhecemos, o preço da felicidade aumenta exponencialmente. Lembre-se da infância, com 100 yuans na mão, a comer um Big Mac, a ir ao parque temático com os pais ao fim de semana; essa felicidade durava o dia inteiro. Mas agora? Com 500 yuans, ou até 5000 yuans, ainda consegue sentir alguma emoção? Mesmo ao fazer uma grande refeição, talvez ao largar os talheres, comece a preocupar-se com o trabalho. Talvez acompanhado de álcool, cafeína, medicamentos para dormir... Aos 15 anos, poupava dinheiro para comprar uma bicicleta comum, achando-se um jovem como o vento, o orgulho da juventude; aos 30 anos, dirige um carro decente, mas só pensa que é um meio de transporte, até inveja os carros de luxo dos outros. Não é que o dinheiro tenha desvalorizado, somos nós que ficámos mais caros, mais insensíveis. O nosso coração foi calejado pela vida, os sentidos tornaram-se mais lentos. Para preencher esse buraco negro de desejos cada vez maior, para estimular esse coração que se torna cada vez mais insensível, é preciso gastar cem vezes mais dinheiro do que antes. E o mais assustador é a relação custo-benefício. Alguns idosos, na juventude, não se atreviam a gastar com roupas ou comida, pensando em poupar para a reforma. Mas a dura realidade é: alguns milhares de yuans na juventude podiam dar uma volta à China, a emoção de ver o mar pela primeira vez durava quarenta anos, ou até se tornava um pilar espiritual para toda a vida. Mas aos setenta anos, o mesmo dinheiro pode só dar para alguns dias no hospital. Talvez já não tenha força para andar, e as paisagens mais bonitas sejam apenas fotos. A paisagem aos 20 anos é a luz nos olhos; aos 70 anos, é apenas uma nuvem passageira. Gastar dinheiro em experiências da juventude é o único investimento que não é diluído pela inflação, e que na verdade valoriza com o tempo. Portanto, não deposite toda a felicidade no futuro ilusório. Investir não é só guardar dinheiro, mas aprender a direcionar recursos para o presente. Afinal, aquele que ainda consegue ficar feliz com uma flor ou empolgar-se com uma viagem, é mais digno de atenção do que o seu eu futuro, que está como um lago calmo. A felicidade tem prazo de validade, aproveite enquanto os sentidos ainda não estão completamente insensíveis, e vá gastar sem medo.