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Quanto dinheiro em espécie é necessário para se sentir seguro?
Neste era em que até os robôs aspiradores começam a discutir gráficos de velas, eu, um humilde ser carbonado, penso todos os dias numa questão filosófica: até que ponto deve o meu carteira estar cheia para que, numa vida ao estilo Homem de Ferro, eu possa sentir uma pontinha de “humanidade” e segurança?
Os sistemas de pagamento atuais são demasiado avançados. De manhã, compro uma tapioca, o dono faz um gesto com a mão: “Face scan, querido.” Ao almoço, peço comida por delivery, o telemóvel vibra: “Pagamento bem-sucedido, não te esqueças de deixar uma avaliação.” À noite, ao chegar a casa, um toque no dedo: a porta abre-se, as luzes acendem, até a minha gata, que é bastante fria, aprendeu a usar a cauda para varrer a bateria portátil no chão.
Mas ainda tenho medo. Medo de ficar sem energia, de o telemóvel ficar sem bateria, de uma atualização do sistema, e mais ainda, de um dia a inteligência artificial despertar, achar que os humanos são inúteis e decidir cortar os nossos direitos de pagamento como castigo.
Por isso, decidi voltar às origens.
Escondi numa das zonas mais escondidas de casa — na velha cópia de «Como conquistar um rapaz bonito» — uma pilha de dinheiro em espécie. Não é muito, apenas o suficiente para comprar alguns quilos de arroz e umas garrafas de refrigerante da felicidade. Mas isso traz-me um grande conforto psicológico. Sempre que vejo aquela pilha de notas vermelhas, sinto que, mesmo que amanhã o exército Robo tome o mundo, ainda posso subornar um robô de limpeza com dinheiro em espécie, para que ele me deixe um pouco de comida.
Provavelmente, essa é a sensação de segurança do moderno. Aproveitamos a conveniência da nuvem, enquanto enterramos minas (dinheiro em espécie) debaixo da cama. Somos nómadas na era digital, o telemóvel é a nossa tenda, e o dinheiro em espécie, a última faísca de fogo que temos para acender.
Portanto, não perguntes quanto dinheiro em espécie é necessário para te sentires seguro. Basta que tenhas coragem de gritar para o teu assistente inteligente em casa “Eu tenho dinheiro!” sem te sentires culpado. Afinal, neste mundo onde os dados podem desaparecer a qualquer momento, aquele pouco de papel “ultrapassado” que tens na mão é a nossa arma final contra o futuro. $ROBO