O mar é um safira azul que se estende até o horizonte Sem ondas, apenas ondulações como a respiração Contorna o contorno do céu e da terra, suavemente
A brisa do mar é um mastro invisível Que, ao passar pelos fios do cabelo, traz uma calma salgada Frescor, não é frio cortante É a leve trepidação do brilho da lua ao tocar a ponta dos dedos Que se espalha ao longo das linhas da pele Aplanando as pequenas ondas escondidas na testa
O sol é o som mais suave de Brahma Que cai no rosto, aquecendo na medida certa Nem quente demais, nem intenso, como uma lâmpada diante do Buda Iluminando cada canto escuro do coração Cada centímetro da pele se abre Com a respiração do mar, formando uma meditação em sincronia
O grito das gaivotas é uma indagação distante De repente distante, como sussurros na borda das nuvens De repente escuro, como o espaço em branco na voz do mar Sem perturbar a tranquilidade, apenas decorando Como pensamentos que ocasionalmente passam na meditação Vêm, vão, deixando nenhuma marca
Já não sou um viajante no topo do penhasco Sou parte do mar, parte do vento Pensamentos dispersos recuam como ondas, revelando a areia lisa As preocupações se dissipam como névoa, refletindo um céu claro O coração acompanha a cor do mar, a mente fica calma com o vento longo Neste momento, não há “eu”, apenas A vastidão do mar, a liberdade do vento, o calor da luz E uma reunião consigo mesmo, plena e completa
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Eu medito sentado nas dobras do penhasco
O mar é um safira azul que se estende até o horizonte
Sem ondas, apenas ondulações como a respiração
Contorna o contorno do céu e da terra, suavemente
A brisa do mar é um mastro invisível
Que, ao passar pelos fios do cabelo, traz uma calma salgada
Frescor, não é frio cortante
É a leve trepidação do brilho da lua ao tocar a ponta dos dedos
Que se espalha ao longo das linhas da pele
Aplanando as pequenas ondas escondidas na testa
O sol é o som mais suave de Brahma
Que cai no rosto, aquecendo na medida certa
Nem quente demais, nem intenso, como uma lâmpada diante do Buda
Iluminando cada canto escuro do coração
Cada centímetro da pele se abre
Com a respiração do mar, formando uma meditação em sincronia
O grito das gaivotas é uma indagação distante
De repente distante, como sussurros na borda das nuvens
De repente escuro, como o espaço em branco na voz do mar
Sem perturbar a tranquilidade, apenas decorando
Como pensamentos que ocasionalmente passam na meditação
Vêm, vão, deixando nenhuma marca
Já não sou um viajante no topo do penhasco
Sou parte do mar, parte do vento
Pensamentos dispersos recuam como ondas, revelando a areia lisa
As preocupações se dissipam como névoa, refletindo um céu claro
O coração acompanha a cor do mar, a mente fica calma com o vento longo
Neste momento, não há “eu”, apenas
A vastidão do mar, a liberdade do vento, o calor da luz
E uma reunião consigo mesmo, plena e completa