O petróleo continua a ser a principal fonte de pressão: preços mais elevados estão a reforçar riscos inflacionários e a limitar o apetite pelo risco. Neste contexto, os rendimentos estão a aumentar, o dólar americano está a fortalecer-se, e o mercado continua a reduzir as expectativas de cortes nas taxas da Reserva Federal.



Pressão adicional em baixa está a vir de preocupações com crédito privado e novas investigações comerciais norte-americanas.

Ao mesmo tempo, o scorecard mais recente ainda não aponta para um colapso total:

Pontuação Bruta Total: -0,35
Regime: Equilibrado – a pressão está a manifestar-se através de repricing de ativos, mas o sinal permanece fraco

Conclusão: as condições para ativos de risco tornaram-se mais desafiantes, mas por enquanto isto parece mais uma deriva negativa do que um regime confirmado de fuga global ao risco.
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